24 nov 2017

Criar um site, é pensar que o site vende

Criação de Site




Criar um site, é pensar que o site vende
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O marketing digital é dominado por Redes Sociais e Google, todos pensam apenas nas campanhas, mas se esquecem do fundamental, um bom site. Sem um bom site, toda a credibilidade de marca, exposta nas Redes Sociais se perde, pois é lá que o consumidor vai pesquisar mais sobre sua marca e produtos. Um site é um “organismo vivo” que nasce, cresce e morre. Sem interatividade, ele morre.

O primeiro canal de comunicação no mundo digital foi o site. Nos primórdios da era digital, empresas criavam seus websites para ter um endereço na recém chegada Internet. Estamos, claro, falando de 1995, quando a Internet chegou e com elas alguns portais como o UOL, ZAZ, Cidade Internet. A Internet mal chegou e os mais visionários já olhavam como ganhar dinheiro com esse novo canal. E muitos ganharam, mas a famosa “Bolha da Internet” do inicio dos anos 2000, fez com que muitas empresas “.com” também quebrassem. Tudo o que é novo, tem seus altos e baixos, mas os anos 2000 fez com que todos tomassem mais cuidado sobre, o então, novo mundo online.

Por que ter um site?

Era uma pergunta que se fazia naquela época: Mas por que ter um site?
Surgiram então empresas para desenvolver essa demanda. José Rubens, CEO da Guia-se, em 1997, começou assim, desenvolvendo sites para empresas de Indaiatuba e região. Era um mercado com muita demanda reprimida. Criar sites era algo muito novo e por isso, haviam poucos profissionais capacitados que realmente entregavam algo de valor. Poucos programas para desenvolver, o Photoshop estava iniciando, tinha poucos recursos e por ai vai. Não era tão fácil criar um site como é hoje.

Marketing digital crescendo

O marketing digital, nesses últimos 20 anos, se desenvolveu a uma enorme velocidade. O surgimento de novas ferramentas, plataformas, meios de impacto, estudos fez com que, o digital, se tornasse a nova moda dentro das estratégias de marketing, porém, ainda aprendendo, a maioria das marcas faz um trabalho bem abaixo de tudo o que o marketing digital oferece. Estratégia de Redes Sociais é, hoje, o que a grande maioria das empresas deseja, mas segmentar o marketing digital apenas nessa ação é uma enorme miopia. O digital oferece algo muito além.

Criação de sites hoje. Por que?

A resposta para essa questão é a mais simples possível: o site ainda é o lugar onde o consumidor busca mais sobre marcas, produtos e serviços. A estratégia de marketing digital, de levar audiência para o site, é antiga, mas é uma das mais válidas e poderosas até hoje. Se uma pessoa foi impactada por qualquer canal e de lá foi para o site, a chance dele se relacionar com a sua marca cresce. Se ele achar o conteúdo bom e relevante, as chances aumentam mais ainda.

A.I.D.A

Esse termo do marketing é provavelmente o “pai” do funil de conversão que a RD Station tanto aplica junto a seus clientes. Essa sigla, significa Atenção, Interesse, Desejo e Ação, ou seja, o caminho que o consumidor precisa fazer entre entrar no site e converter. Toda a qualquer estratégia de marketing digital tem um objetivo, um porquê, e entender o A.I.D.A é saber se o cliente atingiu o objetivo ou não. Quando a marca criar um site, não se deve apenas se preocupar com layout e conteúdo, isso é importante, mas ter um objetivo claro do site, entender o porque aquele endereço eletrônico lá está, entender o perfil do cliente e a usabilidade do site, faz, sem dúvida toda a diferença quando a marca decidir buscar um parceiro para criar site da sua marca, produto ou serviço. Criação de sites não é de hoje, mas sem dúvida, não é uma estratégia para ser deixada de lado.

Aplicando A.I.D.A

Entender o processo do A.I.D.A, como dito, é como entender o funil de conversão de ferramentas de Inbound Marketing, entendemos, o RD Station como a principal do mercado. Quando uma estratégia de marketing digital, como por exemplo, uma campanha de Google, tenta impactar o cliente, é uma forma de chamar a atenção do cliente. Primeiro ponto do A.I.D.A: ATENÇÃO. O cliente está no Google e pesquisa uma palavra de um produto que ele está atrás, como por exemplo, o iPhone X. Diversas marcas farão campanhas com essas palavras, lojas virtuais, para venda, sites de conteúdo para gerar audiência ao seu conteúdo.

Chamou a atenção do cliente, ele vai analisar o anúncio (ou banner se a campanha do Google for em sites, por exemplo), ler com calma e clicar. Ao clicar, ele está no segundo passo da A.I.D.A: INTERESSE, e é nesse momento que o site entra no jogo. Por mais que a campanha leve para uma Landing Page, o site é muito importante, por isso, ao construir uma estratégia, mesmo que seja uma estratégia de Redes Sociais, pense que o site da marca/produto/serviço precisa estar muito bom, ou o interesse acaba ali.

Algo que será abordado mais para frente, mas é importante saber, é que o site vende. E não é só loja virtual, o site, mesmo institucional, vende. E vende muito. Ao pensar na criação de site da empresa é preciso ter isso em mente, o site tem, por obrigação, estar muito agradável, ou seja, um layout leve, que condiz com o que a empresa acredita e deseja passar, ou a venda, não vai ocorrer. Isso é fato!

Para que essa venda ocorra, é preciso que o potencial consumidor passe para o terceiro passo do processo A.I.D.A: DESEJO. Um produto, primeiro, precisa ser desejado, depois ele será comprado. Isso é algo que acontece desde o início dos tempos e não vai mudar. O produto pode ser um apartamento, carro, DVD, ingresso para show, geladeira, iPhone, caneta, não importa, o que importa é que as pessoas desejam o produto antes de comprar e o site é o canal que a sua estratégia de marketing precisa levar para esse desejo ocorrer. Se o site é uma loja virtual, mais fácil pular para o 4o e último passo, mas se é institucional ele precisa fazer com que o potencial cliente parte para a compra, ou seja, dentro do processo A.I.D.A: AÇÃO.

A ação é o que todo a marca deseja, ela é a compra. Pura e simples. Pode ser uma compra online, uma reserva online, uma compra online que retira online, uma dúvida sanada que gere a venda ou um cupom que gere uma venda em uma loja física ou online multimarcas. Existem diversos apelos para vender, mas se o cliente não teve nem a atenção de saber o que a marca/produto oferece, o que dirá ele ir até o momento da ação.

Entender o funil A.I.D.A

Dentro do que acima foi explicado, é preciso entender o que ocorre. Uma coisa é fato, quanto mais fino estiver a boca do funil, mais erros a marca está cometendo no processo A.I.D.A e identificar esses erros é o que precisa ser feito para sanar.

As métricas do site são um excelente sinal do que está ocorrendo, pois um Google Analytics bem instalado no site é capaz de mostrar todo o caminho do usuário e ver onde estão as perdas, ou seja, em que página o usuário está saindo. Esse é o primeiro momento para entender o problema e como arrumar. E podem ser vários, por exemplo, um simples erro de programação pode fazer com que a página não abre no Google Chrome. Cerca de 40% das pessoas usam esse navegador, não abrir, pode ser que 40 a 50% da audiência do site não de continuidade por não conseguir. Outro erro, pode ser que na página com grande saída tenha algum apelo de comunicação que esteja antigo ou não condiz com a campanha que a marca fez. Mais um motivo.

Há um clássico caso de e-commerce nos EUA. Uma empresa começou a identificar que cerca de 70% da sua audiência saia do site no momento de efetuar a compra. Isso ocorreu alguns dias e o pessoal do marketing ficou bem preocupado. Estratégias de marketing digital estavam todas convertendo, mas o site não vendia. Identificaram esse problema em uma página, a do frete. Quando foram fazer uma pesquisa, descobriram que o consumidor achava muito caro pagar o frete proposto pela empresa, essa então, refez o plano de logística e conseguiu reduzir em 60% o valor. Acabou elevando em 20% os preços dos produtos e com isso, conseguiu, mostrar ao consumidor uma redução de 80%, no que ele pagaria de frete. As vendas só aumentaram.

De nada adianta uma boa estratégia de marketing digital ou estratégia de Redes Sociais, de Google ou de e-mail marketing. Quando for criar o site da marca é preciso entender que ele é um vendedor 24X7 tal qual é um e-commerce. Se tiver o e-commerce, melhor ainda.

Nem só lojas online vendem online

Vale esse reforço. Nem apenas lojas online vendem. Essas nasceram para vender, dar lucro, na sua essência, claro, vendem 24X7 e tem estratégias de marketing digital e estratégias de Redes Sociais focadas em converter audiência em compra. Essa é a essência de uma loja virtual, mas sites institucionais tem um peso menor de venda, mas eles vendem.

Por exemplo, o mercado de automóveis de luxo. Se pegar qualquer marca, verá que ela faz todo o cardápio de marketing digital: Estratégias de Redes Sociais, E-mail marketing, Google, banner em portais do segmento, Blogs, Mobile. Tudo está lá, mas esses canais, são para impactos, é mídia de performance ou branding, mas é mídia. Marcas fortes, vendem mais e podem cobrar mais. Apenas para exemplificar, o mercado de canetas. Tem caneta de 2 reais e de 5 mil reais. Canetas são canetas, servem para escrever, certo? Mas uma tem uma marca e posicionamento forte. É um dos produtos mais falsificados do mundo e remete a elegância. A outra, vende em qualquer barraca na rua e nem vale a pena a falsificação.
O mercado de automóveis é um mercado que pode-se entender o quanto um site institucional vende. É fato que o digital proporcionou ao consumidor um poder de conhecer produto, nunca visto antes. O consumidor chega na loja, seja o produto que for, conhecendo muito mais do produto do que o próprio vendedor. O nosso consultor de planejamento, Felipe Morais, fala sobre isso “no mercado de eletrônicos é muito fácil ver isso. O vendedor pode ser comissionado pela marca que for, se o consumidor já pesquisou na internet que o notebook A é melhor que o B, ou o vendedor conhece muito e debate, ou ele simplesmente vai vender o A. E as vezes, o B é bem mais caro…”

Se vende carro pela internet?

Propriamente dito, como comprar um Tablet por exemplo, mas o site é o vendedor oculto. Quando uma pessoa está querendo comprar um carro, e no mercado de carro de luxo isso ocorre com mais frequência, ela pesquisa muito na web. Carros e apartamentos já são segmentos onde o digital é a maior fonte de pesquisa. O consumidor do carro busca por sites do segmento, sites de notícias automobilísticas, Google, Redes Sociais e claro o site. É no site que ele tira todas as suas dúvidas sobre motor, câmbio, consumo, design, peças. Nos outros canais ele vai tirar dúvidas com relação a opinião de outros consumidores sobre seguro, manutenção, consumo e outros fatores.

Ao chegar na loja, o potencial consumidor já sabe tudo o que ele precisa do carro. E da concorrência! O carro pode ter 2,3,5, 10 concorrentes. Ele sabe tudo. O que não sabe, ele pesquisa na hora, de dentro da loja em seu smartphone. Simples assim. O vendedor fala algo e ele olha no celular, na frente do vendedor e debate com ele, pois o vendedor disse que o carro é de uma forma e que a concorrência não, mas no site da concorrência está uma informação que contradiz o que o vendedor está falando. Perde a confiança e quem vai comprar um carro de 200 mil reais de quem não confia? O site institucional vende, as vezes, nesse caso, se o potencial consumidor estava na dúvida entre o carro A ou B, ele pode, ter essa ruim experiência com o carro A e comprar o B.

Criar um site não é simplesmente escolher o WordPress e colocar um design bacana. É preciso ter uma estratégia por trás desse site, uma estratégia de vendas!

Conteúdo é o que move a web

O que faz o site vender?
O seu conteúdo, é claro!
Nosso consultor de negócios, Rafael Rez, diz em seu livro “Marketing de Conteúdo”(DVS Editora) que “Não dá mais apenas fazer uma campanha de publicidade e falar: compre de mim porque eu sou legal. É importante mostrar como funciona, educar, dizer como outros clientes usam o produto, construir um processo na cabeça do cliente, e não há outra forma melhor de fazer isso do que usando conteúdo como instrumento para este relacionamento”. Entende porque o site vende e como vende?

O conteúdo é o que move a web. Ninguém compra um smartphone para usar o telefone. Pesquisas mostram que falar ao telefone é o 6o item que as pessoas mais fazem no celular, perdendo para Redes Sociais, Sites, Mapas, WhatsApp, Vídeos. Um aparelho que nasceu para ser um telefone se transforma em um mini computador nas mãos das pessoas para acessar a conteúdos. Cerca de 70% dos acessos aos sites no Brasil, já são mobile, parte disso se deve a pessoas estarem nas ruas e pesquisarem o tempo todo sobre tudo, ou seja, criar um site que não seja amigável para o mobile é um erro gigantesco para os negócios, pois o site vende, desde que ele esteja, no mínimo acessível.

Entender o perfil é saber como criar o site

Retomamos o Google Analytics. É de extrema importância que ele esteja muito bem alinhado e integrado com o site. Entender o fluxo é saber o que o consumidor quer e como oferecer isso a ele, de forma altamente relevante.

Supondo agora que o site é de um curso de inglês. Não é online, é presencial, de uma pequena rede de escolas do interior de São Paulo. A estratégia de marketing é fazer com que um grande número de pessoas seja impactada pela escola e desperte o desejo de nela estudar. Algo corriqueiro que muitos dos franqueados da Guia-se devem passar diariamente, pequenas marcas que precisam impactar muitas pessoas e tem no digital a forma mais barata para isso.

A criação do site da escola precisa, desde o inicio, passar pelo estudo de A.I.D.A conforme descrevemos aqui no artigo. O 2o passo é pensar na estratégia de marketing digital para localizar onde o público está, mais claro, antes um planejamento para saber quem é o público. Por exemplo, um menino de 15 anos vai querer, mesmo, perder horas de vídeo game para ficar em uma sala de aula, aprendendo inglês? Ou o público é o pai desse adolescente, que deve estar na casa dos 40/45 anos, que cresceu ouvindo que inglês é algo fundamental no mercado de trabalho e que ele mesmo perdeu diversas oportunidades por não ter fluência na língua?

Criar o site para o jovem não trará o mesmo impacto que para o pai, concorda?






Escrito por: Equipe Guia-se







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