03 mar 2015

Comércio eletrônico brasileiro cresce 24% em 2014

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Dados do comércio eletrônico fazem parte da 31ª edição do WebShoppers

O comércio eletrônico brasileiro cresceu 24% em 2014, superando a expectativa inicial de 20% de aumento de faturamento para o setor. A receita chegou a R$ 35,8 bilhões, sendo que em 2013 foram registrados R$ 28,8 bilhões. Os dados fazem parte da 31ª edição do WebShoppers, um conceituado relatório sobre o comércio eletrônico nacional, divulgado no dia 4 de fevereiro pela E-bit, empresa especializada em informações do ramo.

Apesar de 2014 ter sido considerado um ano atípico pelos especialistas, por conta de eventos impactantes na economia como a Copa do Mundo e Eleições, o e-commerce brasileiro superou as expectativas e atingiu 103,4 milhões de pedidos feitos pela internet, sendo 17% maior que do ano anterior. O tíquete médio foi de R$ 347, valor 6% maior que em 2013 (R$ 327).

A mobilidade também tem mostrado sua força: as compras via smartphones atingiram a fatia de 9,7% no ano passado. No primeiro semestre de 2014 esse número era de 7%. Segundo o relatório do comércio eletrônico, as classes A e B são as que mais representam o consumidor do mobile-commerce (m-commerce), com 62% de participação, enquanto as classes C e D possuem 27%. As mulheres são 57% deste público, sendo que a faixa etária que mais consome é entre 35 e 49 anos para ambos os sexos (39% das mulheres e 38% dos homens), e 40 anos a média de idade.

Para o diretor executivo da E-bit, Pedro Guasti, os brasileiros estão criando o hábito de consumir via comércio eletrônico. “Basta entrar numa loja on-line e visualizar os produtos pela tela pequena”, comenta. “O consumidor tem ainda a conveniência de estar dentro de um shopping center e poder pesquisar os preços em outras lojas pelo comparador de preços e decidir pela melhor compra, esteja onde estiver.”

De acordo com o relatório, o Brasil tem 61,6 milhões de e-consumidores únicos, isto é, internautas que já fizeram ao menos uma compra on-line. Em 2014, 51,5 milhões estiveram ativos e, destes, os entrantes – aqueles que tiveram sua primeira experiência -, eram 10,2 milhões. Até o final de 2015, a E-bit prevê que o comércio eletrônico alcance um faturamento de R$ 43 bilhões, 20% maior que o último ano.

“O setor do comércio eletrônico está mais maduro, ao mesmo passo que as ferramentas, como lojas virtuais, evoluem e oferecem mais praticidade e vantagens”, comenta o diretor-presidente da Guia-se Negócios pela Internet, José Rubens de Oliva Rodrigues. “É um bom momento para investir em e-commerce e m-commerce. As empresas que ainda não se enquadraram devem se perguntar: que fatia do mercado estou perdendo? O quanto eu poderia impulsionar minhas vendas com os negócios on-line?”

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Escrito por: Equipe Guia-se







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