12 set 2018

Transformers no mostra o caminho do digital

Planejamento Estratégico








Certamente você está lendo esse artigo e se perguntando o que um monte de robôs de um filme podem lhe ajudar na sua estratégia de marketing digital. Porque a ficção pode se fazer presente no dia a dia da sua marca ou do seu consumidor. Por que um “caminhão falante” pode ajudar uma empresa que vende sorvete a vender mais? Uma que vende TV impactar mais pessoas? Uma de fone de ouvido elevar em 20% as vendas via Redes Sociais. A matéria que deu origem a esse artigo tem muitos dados interessantes, para que, mesmo você não gostando do filme, possa refletir. No final do dia, a mensagem é a mesma, é preciso inovar, sair do lugar porque a mesmice gera mesmice.

Uma matéria muito interessante do Portal Consumidor Moderno mostra como um filme de Hollywood pode apresentar um futuro não tão remoto. A franquia Transformers é um dos filmes que mostram a evolução entre homem e robô. Esse não é um filme isolado, afinal em 2004, teve outro filme, que mostra uma teoria entre essa união de homem e máquina.

Eu, Robô

O filme “Eu, robô”, estrelado pelo brilhante Will Smith, é baseado nas famosas três Leis da Robótica criadas Isaac Asimov. Nos contos da série, Asimov brincava com as diferentes implicações da lógica das leis, criando situações absurdas e perigosas para os humanos envolvendo os robôs. Esse mundo, criado, ainda de forma fictícia por Asimov não está tão distante do universo do ser humano no dia a dia, basta ver, o Google Home, que já está disponível para venda no Brasil há algum tempo.

Para você que ainda acha que o futuro vai demorar e lê alguns livros, como Eu, você e os Robôs da Martha Gabriel, achando estão projetando uma realidade fora da atualidade, saiba que o Google Home, já está sendo vendido por diversas lojas virtuais no Brasil. Trata-se de um aparelho que lembra uma caixa de som, mas é muito mais completa, tecnológica e surpreendente do que isso. Ele é capaz de interagir via comando de voz com você e, a partir de uma evoluída integração com plataformas, conectar-se com outros serviços e eletrônicos.

Google te conhece mais do que você imagina

Quer perguntar alguma coisa para o Google, como você fazia com o celular? Bateu a vontade de assistir a algo na TV? É só falar para o Google Home e ele responde ou o conteúdo aparece na Smart TV da sua casa. Isso não é coisa dos desenhos do Jetsons, por menos de R$ 600,00 você pode ter um desses em casa. Pense em uma criança de 8 anos. Quando ela tiver 27, 28 anos e estiver morando em sua própria casa, esse aparelho será tão comum como hoje, para nós, é uma televisão ou geladeira, entretanto, é bom saber imaginar o que será que essa criança terá de novidade daqui 20 anos. Se hoje temos o Google Home – entre outros aparelhos que fazem a mesma coisa, mas de outras marcas – o que será que está por vir. Fazer esse exercício às vezes é bem interessante.

Optimus Prime

É um alienígena que veio de Cybertron. Líder dos Autobots, o time “bonzinho” ele ajuda os seres humanos a proteger o Planeta Terra de Megatron, líder dos Decepticons, o time dos “malvados”, que tramam para extinguir a humanidade e transformar a Terra em uma nova Cybertron, destruído pelas guerras entre Autobots e Decepticons. Roteiro de ficção científica, claro, afinal, quando que robôs estarão duelando entre si e destruindo cidades como Nova York, Chicago ou São Paulo, por exemplo. Nunca! Quando robôs estarão conversando entre si? Isso é coisa de filme mesmo, não?

Então, permita-me contar uma pequena história, real, que ocorreu em Julho de 2017, na sede do Facebook e não tem nada de Fake News, mas sim, de um certo temor do que pode vir por aí, com toda essa Inteligência Artificial que o mercado está buscando, acertadamente, pois o futuro é hoje!

Segundo o Portal StartSe, em Julho de 2017, “o Facebook encerrou as atividades de dois de seus sistemas de Inteligência Artificial, que aparentemente estavam conversando um com o outro em uma linguagem que apenas os dois entendiam. As estranhas discussões surgiram quando o Facebook desafiou seus chatbots a negociarem chapéus, bolsas e livros. Eles foram programados para tentar chegar à solução que melhor atendesse aos dois. Seu objetivo era ajudar os pesquisadores a entender como duas pessoas podem negociar de maneira mais construtiva. Bem, não deu muito certo e eles se comunicaram em uma linguagem que cada um entendia, mas incompreensível para os humanos”.

Repetindo, isso, ocorreu em Julho de 2017.

A história dos Transformers, sim, é uma grande ficção, mas o que ela projeta para nós, são algumas parábolas curiosas para quem se dedica a pensar sobre um assunto que comanda agendas corporativas no mundo todo, inclusive em Hollywood: a Transformação Digital. Modelos de negócios estão sob pressão em todos os segmentos, permitindo a criação de inovações disruptivas de toda parte, visualizadas por jovens empreendedores.

A empresa que pode quebrar a sua daqui 2 anos, pode, ainda, nem ter nascido. Isso é algo que o mercado está cravando como uma grande verdade, as incubadoras, recebendo aporte de grandes empresas, outras como Itaú, Bradesco, Tim, Coca-Cola montando em parceria com Co-Workings estruturas para aporte e mentoria para que jovens talentosos, que talvez, ficassem engessados nas culturas das grandes organizações, possam explorar sua criatividade e conhecimento e produzir soluções para o mercado corporativo, que o próprio mercado não conseguiria produzir pelo engessamento de suas operações. Mais fácil mudar o rumo de uma lancha do que de um transatlântico!

A consequência desse fenômeno é aculturar ou remodelar empresas que nasceram de modo mais convencional para reagirem a esses novos modelos e aos impactos dessa Transformação Digital.

A digitalização abriu caminho para que as salas de cinema se reinventassem e se configurassem em ambientes mais imersivos. Por outro lado, permitiu que novas plataformas de produção e distribuição fossem criadas, baseadas no streaming, onde reina absoluta a Netflix, porém, agora com grande concorrência da Amazon Prime e de grupos de TV como Rede Record e HBO criando suas próprias plataformas.

O consumo de conteúdo por streaming impulsionou também plataformas como o Youtube e fez explodir o consumo de dados no mundo todo. Em cada segmento, há impactos desmedidos e incompreendidos, poderosos e não mapeados da digitalização. Empresas desnorteadas buscam então fazer frente ao desafio de pensar digitalmente como startups que já nasceram assim.

Assim como nos filmes de Michael Bay, as empresas precisam ser Transformers, deixando de ser veículos pacíficos caminhando calmamente na paisagem, para se tornarem gigantes defendendo ferozmente mercados, clientes e lucros.

Em meio ao barulho com que Michael Bay embala suas obras, é possível vislumbrar um caminho para empreender a sonhada e amedrontadora Transformação Digital nas mais diferentes empresas: construir a parceria entre a capacidade de mudar sem perder conexão com o que as tornam humanas.

Nos últimos 5 anos, portais do mercado de marketing, comunicação e negócios, publicam, em Janeiro, as famosas listas de tendências de marketing e comunicação para o ano que está começando, o casamento de tecnologia e comunicação está cada vez mais presente, se você ainda não se ateve a isso, cuidado, pois o seu concorrente já!






Escrito por: Equipe Guia-se









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