01 ago 2018

Transformação Digital é para hoje!

Planejamento Estratégico








Não há a menor dúvida de que o tema transformação digital está cada dia mais inserido no discurso das empresas. Não se cria mais estratégias digitais, se cria estratégias para um mundo digital. Cada dia menos o consumidor está preocupado se uma ação é online ou offline, ele, no final do dia, quer apenas conversar com as marcas e se essa o deixar tranquilo, ele vai consumir, do contrário, ele vai simplesmente consumir da concorrência. As pessoas não deixam de comprar, elas deixam de comprar uma determinada marca ou produto, e quanto mais as marcas se relacionarem, maiores as chances de venda. Transformação digital tem em sua essência essa relação, mas não ache que só porque a marca tem um site e Redes Sociais está inserida nesse contexto. Estamos falando de transformação e não de algo que já se faz desde o início dos anos 2000!

Transformação digital é um processo no qual as empresas fazem uso da tecnologia para melhorar o desempenho, aumentar o alcance e garantir resultados melhores. É uma mudança estrutural nas organizações, é uma mudança de cultura, uma mudança do famoso “mindset” que as empresas precisam adotar. Não se faz uma revolução com o mesmo pensamento e o mesmo dia a dia das empresas, não se muda nada sem provocar um choque de cultura na empresa e se pensar na mudança, entretanto, também nada se muda sem um bom planejamento estratégico para isso.

Os gestores de marcas precisam, cada dia mais, entender que ou se muda ou morre. Não tem jeito, é preciso redesenhar a estratégia como um todo pensando que, mais do mesmo, não dará os mesmos resultados de 10 anos atrás. A frase “o mundo mudou” é um clichê gigante, mas no dia a dia ela é ignorada de uma forma assustadora pelas marcas. As que não ignoram, estão aí, como amadas pelos consumidores.

Seja acessível

Chega a ser até óbvio e “chover no molhado” falarmos de marcas como Amazon, Google, Netflix, Uber, são marcas que estão na cultura popular há algum tempo. São marcas desejadas pelos consumidores, que têm em comum algumas características, como por exemplo, serem plataformas de negócio muito acessíveis para todos os gostos. A Amazon por exemplo, vende um E-book por 2 dólares, ao mesmo tempo que vende um relógio Tag Heuer Carrera por 6 mil dólares. Torna-se uma plataforma para todos os gostos e comprar na Amazon é muito fácil. Cada dia se tornando mais.

O Google é gratuito, o consumidor pode usar quantas vezes quiser, na hora que quiser e sem pagar nada por isso. Netflix, no Brasil, por menos de 30 reais, dá a possibilidade de assistir quantos filmes quiser, na hora que quiser. E o Uber, dá a possibilidade de se locomover por 30 reais, em média, para qualquer lugar dentro das cidades. Tornam-se plataformas acessíveis para todos. Há muita tecnologia e alguns milhões de dólares envolvidos em tecnologia e marketing para essas marcas serem desejadas mundialmente, isso é fato, talvez, a sua marca não tenha milhares de dólares, tenha valores menores, mas isso não impede de fazer a revolução necessária para o seu negócio.

Ser pequeno não é “desculpa”

Muitas vezes, os fornecedores de inteligência digital, como os franqueados da Guia-se, por exemplo, ouvem dos seus clientes que transformação digital é algo para as grandes empresas e chegam a citar as marcas acima citadas, o que é uma total miopia do marketing e dos negócios. Vale lembrar que nenhuma das marcas acima citadas surgiu como uma gigante. A história do Google, todos sabem, foi um trabalho de conclusão de curso de 2 jovens em uma universidade dos Estados Unidos. O Netflix era uma pequena locadora e a Amazon começou em um pequeno escritório apenas com um sonhador, Jeff Bezos, no time. Hoje é a 2a maior loja virtual do mundo. Todos começaram pequenos e com um sonho, portanto, não ter dinheiro é uma desculpa e ter medo é o que vai definir o futuro da sua empresa em alguns anos.

“A Guia-se não é uma empresa enorme, mas a inovação está dentro do nosso dia a dia. Trazemos conhecimento de várias partes, seja com livros, parceiros, palestras e eventos. Promovemos palestras e estamos presentes nos principais eventos do país adquirindo conhecimento e repassando inteligência e como fazer. Isso diferencia a Guia-se do mercado como um todo e nossos franqueados estão sendo preparados diariamente para as mudanças do mercado. Transformação digital é um tema debatido na Guia-se desde 2016”. – Carla Pavão, diretora da Guiase

Mais empresas fecharam as portas por não inovar do que as que inovaram

Essa é uma das inúmeras lições que Júlio Ribeiro – que faleceu em Fevereiro de 2018 – deixou ao mercado em seu livro “Fazer Acontecer.com” um clássico da propaganda brasileira. E Ribeiro não está errado. Se pegarmos a Netflix, por exemplo, vale lembrar que a Blockbuster, gigante do segmento de aluguel de vídeos, tinha a oportunidade de comprar a ferramenta, mas não o fez e viu, em alguns poucos anos, a Netflix crescer em um nível que matou a marca Blockbuster. Esse é um, talvez o mais emblemático, dos casos dessa nova transformação digital, mas não foi o primeiro e com certeza, não será o último.

Inovar é fazer o mesmo de forma diferente

Quando se fala em inovar, as pessoas já pensam nas coisas mirabolantes que a tecnologia promove em nosso dia a dia. Falou em inovar, a maioria das pessoas já tem em mente que é preciso criar o novo iPhone, quando na verdade, basta fazer algo diferente todos os dias. Se a sua empresa, por exemplo, manda o mesmo email marketing para uma base de 10 mil nomes e não está dando resultado esperado, talvez segmentar a base, mesmo que de forma simples como separar em grupos de homens e mulheres e mandar 2 artes totalmente diferentes (por favor, que não seja a arte rosa para as mulheres e o azul para os homens) talvez possa fazer uma grande diferença. Isso é inovar!

A palavra inovação tem total aderência ao conceito da transformação digital, sendo esse um dos pilares para a mudança nas empresas, entretanto, vale ressaltar que é preciso ter uma nova mentalidade dentro da empresa para que a transformação digital ocorra, algo como Walter Longo sempre diz “empresas precisam de alma digital” ou elas simplesmente continuam no ciclo: Site, Post Facebook, Google e Email Marketing. Não é algo que não funcione, mas é o básico e do básico as pessoas já estão cada dia menos prestando a atenção que deveriam.

“O maior problema para uma pessoa que quer inovar, não é a falta de ideias, contato ou dinheiro. São as desculpas, são as pessoas que enxergam problema em tudo. A visão empreendedora, de quem quer enxergar lá na frente, é de quem enxerga uma oportunidade ao invés de barreiras ” – Maurício Benvenutti fundador da XP Investimentos, CEO da Startse e autor do livro Incansáveis

Cultura digital. Tenha ou perca mercado.

A cultura digital é importante dentro das empresas, começando pelos bancos, que estão se digitalizando para oferecer melhores produtos e serviços para o consumidor, mas em tempo, na minha visão, os bancos que já nasceram digitais como Neon, Original e até o Nubank (que nasceu como cartão e virou conta) estão bem a frente no processo, até porque, são estrutura menores, nasceram no digital e tem menos clientes na base. Um Itaú, por exemplo, passa dos 27 milhões de clientes ativos em todo o país. O Nubank se aproxima de 3 milhões (até o fim de 2018)

Transformação digital: Foco em pessoas

A tecnologia é parte fundamental para o sucesso da transformação, mas antes de pensar na tecnologia pense em pessoas. Nosso consultor de planejamento, Felipe Morais, sempre alerta que toda a estratégia de marketing precisa ser centrada em pessoas primeiro para depois pensar nos complementos, como plataformas, tecnologia e ações. Não se vende para máquinas e sim para pessoas e isso é fundamental para que uma estratégia de transformação digital ocorra na empresa com sucesso, caso o contrário, será um grande investimento jogado no lixo. E o foco em pessoas não passa apenas pelo consumidor, mas sim pelas pessoas que farão a diferença no dia a dia da empresa, os talentos, que em sua essência precisam ser pessoas que tenham em “seu DNA” o digital.

Não são apenas os jovens, esses já praticamente nasceram com esse DNA, mas são pessoas que entendem o digital como um grande negócio e não apenas como mídia. Essa é uma diferença enorme que fará a sua estratégia ser um sucesso ou ser apenas um monte de tempo, dinheiro e esforços para se ter um site mais moderno ou uma sequência de posts melhores. E reforçando para não esquecer, isso é mais do mesmo, isso é uma obrigação das marcas e não transformação digital.

“A mudança de mindset precisa ser feita a partir da liderança. Precisa ser top-down. O maior desafio é mudar as pessoas, é conseguir alinhar a cultura digital. Muitas empresas pensam que basta adquirir tecnologias, mas se você não tiver pessoas preparadas que encaram a transformação como prioridade essas tecnologias não importarão. Para que a transformação digital acontece ela precisa estar no cerne da cultura organizacional”. Marcos Luppe, Professor da USP

Case Adobe

Por mais que a Adobe seja uma gigante do setor de tecnologia, se ela não tivesse se mexido e entendido o momento em que o mundo vive, a empresa provavelmente não conseguiria mudar e poderia ver seus concorrentes crescerem ou até mesmo o surgimento de novas Startups que incomodariam o seu negócio. A mudança em uma empresa do tamanho da Adobe é muito maior e mais demorada do que em uma empresa menor, mas, se você pretende sobreviver no mundo dos negócios, mudar é preciso, se reinventar mais ainda e não espere o amanhã, pois o mercado começou “ontem” e provavelmente hoje está nascendo o seu próximo concorrente que você nem sabe ao certo o que faz, mas ele vai te incomodar e não será daqui 10 anos, e sim, em 10 meses.

No portal Digitalks, Frederico Grosso, Vice Presidente da Adobe no Brasil conta como a mudança da mentalidade da empresa fez com que uma gigante do setor de tecnologia mudasse os rumos com foco nessa transformação digital que, para muitos no Brasil, pode ser um tema novo, mas para o mercado mundial é um tema que já foi muito debatido e agora está cada dia mais sendo implementado.

A Adobe de hoje não existia há sete anos. Todos se lembram: vendíamos caixas com softwares, com atualizações a cada 12 ou 18 meses. Queimamos nossos próprios barcos para fazer a virada. Fomos sinceros com nós mesmos e com o mercado. Sabíamos que seria uma transformação complexa e isso exigiu mudanças em toda a organização, envolvendo estrutura, habilidades e competências. Os números de evolução do negócio vieram antes do previsto. Foi uma mudança cultural. Foi uma mudança liderada por pessoas e para pessoas.

Muitas vezes, seguir o caminho da transformação não significa uma correção de rumo, mas sim a evolução diante das tendências que se apresentam e visão de futuro. O exercício fiscal de sua empresa pode ter encerrado o ano com números incríveis em todas as linhas, mas não se pode fechar os olhos para o que está por vir. Ou de como o que está por vir pode representar ainda mais ganhos para todo o ecossistema da companhia.

Embora as decisões de tecnologia de uma organização geralmente sejam da TI ou do CTO, as pessoas que mais as sentem – os usuários – nem sempre têm clareza ou visão do que se espera delas – uma vez que é da natureza humana evitar a mudança. Mudar é difícil – ainda que essencial para a sobrevivência de muitas marcas. Mexe com a cultura da empresa. Com o mercado. Com pessoas. E é aí que está o real desafio de conduzir a transformação digital.

Internamente, precisamos fornecer aos colaboradores o conhecimento e as habilidades necessárias para dar vida à estratégia comercial. Como gestor de um time, é preciso continuamente mostrar o cenário completo e o caminho a ser seguido até que todos, inclusive os gestores, perguntem-se: “como estou trabalhando coletivamente para chegar lá?

Mudança liderada de pessoas para pessoas

De todo o case contado acima, essa é uma frase que precisa virar um mantra dentro da sua empresa no momento em que você pensa na transformação digital. Não cria uma transformação sem que pessoas competentes possam criar algo realmente novo e diferenciado.

“Todos os inovadores tomam socos; aqueles que obtêm sucesso descobrem como revidar” esse é o conselho que Scott D. Anthony dá em seu livro Inovação, do planejamento à ação. Scott define a inovação como sendo algo que se envolve outras formas de fazer algo: “a inovação pode envolver uma nova abordagem de marketing, um diferente modelo de preços, um novo modo de organizar uma equipe ou mesmo uma nova forma de gerenciar uma reunião semanal”, como você poderá ver nesse livro, você não precisa deixar de fazer o marketing digital como ele é feito hoje, apenas pensar em inovar para fazer diferente e conquistar resultados diferentes. Uma coisa é fato, nenhum gestor de marketing está 100% satisfeito com as vendas, pois o CEO está sempre querendo crescer mais, os acionistas mais e todo mundo quer mais resultados para ter, no final, mais dinheiro.

De onde deveria vir a inovação?

Quem deveria dar o início a inovação, na comunicação, são as agências de marketing digital, mas não é isso que ocorre. Muitas delas acabaram sendo influenciadas pelo o que ocorre nas agências tradicionais, onde a mídia é que sobrepõe, onde a mídia é que gera dinheiro, onde a mídia quem paga as contas. No universo digital é preciso ser diferente, não sofrer essa péssima influência das agências tradicionais, mas é o que ocorre. O despreparo de muitos gestores, que conhecem muito de off e pouco do digital, ajuda nesse processo. É preciso uma nova cultura, entender que inovar é algo que vai afetar o futuro das marcas. E rápido.

Essas agências estão com os dias contatos. As consultorias estão dominando mercado. No final de 2017, por exemplo, surgiu o boato de que a Accenture, uma das maiores consultorias do mundo, estava estudando a compra do WPP, o maior grupo de publicidade do mundo. Esse movimento mostra uma mudança absurda de mercado, a empresas querem menos mídia e mais inovação, planejamento e inteligência de negócios. Querem mais dados e menos CPA, CPC, CPL…

“Na Guia-se, nós estamos sempre buscando inovar e levar isso para os nossos franqueados. O nosso time está diariamente pesquisando ferramentas, metodologias e cases para repassar aos nossos franqueados para que eles possam fazer a diferença com seus clientes” – José Rubens, CEO da Guiase.

Questione-se

A pergunta é batida, mas todo o empreendedor precisa se fazer diariamente: Onde você quer estar daqui 5 anos? A resposta vai dar o norte para a sua marca/empresa. Mas para chegar lá, se você começar a trabalhar hoje, você já está atrasado!






Escrito por: Equipe Guia-se









Deixe um comentário










Serviços

Confira os serviços que a Guia-se oferece




Criação de sites

saiba mais

Loja Virtual

saiba mais

Mídias  Sociais

saiba mais

Inbound Marketing

saiba mais

E-mail Marketing

saiba mais





Saiba mais sobre as nossas franquias de marketing digital

0800 Guia-se

Ligue gratuitamente e fale com um de nossos consultores

Ligue agora!

Fale conosco

Ou se preferir, preencha nosso formulário!

Enviar Mensagem


Fale com um de nossos consultores