19 mar 2018

Tendências para o varejo

Planejamento Estratégico








Marketing digital precisa estar, cada dia mais, inserido no dia a dia das marcas. Ele nunca pode ser enxergado como inimigo ou único, mas algo que faça parte de uma estratégia de marketing geral. Não se pode ficar apenas olhando o que os outros estão fazendo. Mude ou morra! Essa é a nova regra do varejo no Brasil. E o marketing digital é a sua sobrevida. Acredite nisso!

A Guia-se é uma empresa que está sempre mudando para se adaptar às necessidades do mercado. Por mais que essa frase seja um clichê do mercado, a Guia-se se movimenta para executar mais e falar menos. Em seus 20 anos, completados em 2017, a Guia-se já mudou seus modelos de negócios diversas vezes, não por que o José Rubens, seu fundador, não sabe para onde a empresa vai, muito pelo o contrário, pois empreender no Brasil não é fácil, mas porque ele está sempre antenado no que está acontecendo e no que ele pode oferecer aos seus franqueados.

“O mundo da tecnologia muda muito rápido. Outro dia o Orkut era a moda, hoje é o Facebook e já se questiona se o Facebook tem fôlego para mais alguns anos. O Google está inflacionado e é preciso enxergar novas oportunidades. Influenciadores é a moda, assim como mídia programática já foi. O Gartner fala do uso de vídeos crescendo no mundo inteiro e Inbound Marketing é uma estratégia que tem dado muitos resultados. Só isso já mostra como o mundo do marketing digital muda a cada dia e precisamos nos adaptar ou vamos ficar parados no mesmo lugar e jamais crescer” – diz o CEO e fundador da Guiase

Mudar não é apenas entender. É fazer.

“Aqui na Guia-se, todos são estimulados a ler livros, ir a eventos, participar de congressos e feiras nas áreas de marketing digital, negócios, varejo e claro, franquias. Nós pedimos aos colaboradores e franqueados que tirem uma a duas horas do seu dia para ler, estudar e se aprimorar, pois o mercado está mudando a passos bem largos e se ficarmos parados, a concorrência nos passa” , diz Carla Pavão, diretora da Guiase, que lê de 3 a 4 livros por mês. “ler é uma paixão, na minha casa, com meus filhos, temos a hora de leitura, depois da aula, por 1h eles leem. Eu acompanho, mas antes de dormir, acabo lendo mais 1 ou 2h”

Ler, estudar, se dedicar. O marketing digital é dinâmico. O que se aprende hoje pode ser defasado amanhã. Ler nesse artigo as tendências do varejo não significa que você está apto a fazer as mudanças necessárias, tal qual, é preciso saber que o marketing digital não se faz do dia para a noite. Se planeja e se colhe resultados no médio e longo prazo.

Por isso, a importância de se ler e estar presente em eventos, ouvir outras pessoas, opiniões e como as pessoas pensam é importante para saber o que está acontecendo. A quantidade de informações que as pessoas têm acesso hoje é quase incalculável, por isso, nem sempre é possível ver tudo, saber de tudo e entender de tudo. Isso é impossível, mas é possível ouvir, conversar e ter uma equipe multidisciplinar para trazer ideias e inovações. Isso pode ser feito na multinacional, como na empresa de pequeno porte que precisa de pessoas capacitadas para chegar ao sucesso.

Tendências de varejo

Reunimos aqui diversos estudos que temos acesso de forma paga e gratuita para traçar um panorama do que o mercado, como um todo, está prevendo para os próximos anos. O marketing digital está inserido nesse contexto, afinal, ele é o elo de tudo o que pode ser feito. As inovações, como a Transformação Digital, por exemplo, tem em seu pilar principal o marketing digital para o elo de tudo, e como sempre reforçamos aqui no Blog e com nossos franqueados, o marketing digital vai além de mídia em Google e Redes Sociais.

Varejo híbrido.

Segundo um estudo da Endeavor Brasil, um desafio cada vez maior é reter os consumidores nos pontos de venda. Por isso, as lojas estão criando ambientes onde é possível encontrar produtos de segmentos diferentes. No mesmo local onde se vendem objetos há também roupas e serviços, por exemplo, todos atendendo o mesmo perfil de consumidor. Fazer essa mistura é um desafio, mas é uma tendência já é observada em lugares como Berlim, onde um café pode ser também loja de roupa e de discos para um público específico, que aprecia determinado estilo de visual, música e alimentação. Outro bom exemplo é a norte-americana Urban Outfitters, que vende roupas, sapatos, acessórios, itens de decoração e produtos de beleza, focada em um público jovem.

Voltando ao fato da quantidade gigantesca de informação a que temos acesso, as pessoas estão cada vez mais dispersas. Para ler esse artigo, por exemplo, você está lutando com aquela olhada no Facebook, com o WhatsApp que lhe enviaram, contra a mensagem que seu computador lhe passou no email que chegou. As vezes você está lendo e ouvindo uma música no iTunes ou Spotify, onde não está prestando atenção nem em um e nem em outro. O estudo da Endeavor acima fala sobre isso, as pessoas prestam menos atenção nas coisas hoje em dia, por isso, buscam lugares onde está tudo lá. O Google e Facebook se beneficiam desse comportamento, pois o Google tem todas as respostas e o Facebook tem a vida de todos que gostamos. Em um só lugar!

Personalização

Um estudo do Portal E-commerce News, mostra que a personalização e o foco no cliente serão pontos cada vez mais importantes para o varejo, especialmente à medida em que o mercado se torna cada vez mais competitivo. Graças aos avanços da Inteligência Artificial e de sistemas CRM, agora é mais fácil para os varejistas conhecerem seus consumidores – seja a partir do momento em que eles entram em suas lojas ou, então, quando clicam em seu site. Cada vez mais, os varejistas precisam utilizar essas soluções para melhorar a experiência dos clientes, já que terão mais informações sobre os compradores

Imagina que interessante. Você entra no McDonalds perto da sua casa. Normalmente as pessoas comem a mesma coisa no McDonalds, então, você sempre que entra pede um Big Mac sem molho, uma coca 700ml com gelo e uma batata média. Isso custa (estimado) R$ 25,00, você paga com seu cartão de débito do Itaú e come lá mesmo. Como seria se, ao passar perto do McDonald’s, o mesmo enviasse um SMS ou Push no aplicativo, dizendo que se você entrar na loja, seu pedido será feito, debitado na sua conta e você só tem que pegar? E para isso você só precisa dar um OK no botão que aparece na tela do seu celular. Legal, né? Isso é personalizar a comunicação em um nível altíssimo de satisfação do consumidor. E se, o seu padrão de consumo, for fazer isso, às 6as feiras entre 12h30 e 13h e às 12h25 você recebe essa mensagem? Legal, né? Isso é muito possível com o uso de Big Data, CRM e Inteligência Artificial. Mas é caro? Depende do que é caro. Se um projeto precisa de 10 mil de investimento e em 3 meses retorna 40 mil em vendas. É caro?

Compra por voz

Um estudo do Portal No Varejo, mostra que essa tendência vem para ficar. Dispositivos como Google Home e Amazon Echo estão cada vez mais populares e devem ajudar a impulsionar as vendas no varejo em 2018. Google, Amazon e empresas como Harman Kardon e Cortana, da Microsoft, devem disputar esse mercado. Em breve, o consumidor topará com anúncios de voz contextualizados e recomendações de consumo. Com riqueza de dados sobre os interesses e preferências dos consumidores, os smart speakers vão poder oferecer serviços e novos produtos, além de sugerir produtos e serviços complementares à rotina de consumo das pessoas.

Imagina que você estará andando pela sua casa, às 2h da manhã. Está um calor daqueles e você está morrendo de sede, vai a cozinha, abre a geladeira e dá conta que falta a sua cerveja e o suco do seu filho. Vocês tomaram tudo no jantar. No dia seguinte você sairá às 7h de casa com chance de voltar por volta das 23h30, ou seja, o supermercado estará fechado. E agora?

Simples. Você vai até a sala, pega um aparelho do tamanho do controle da Apple TV, liga e fala: Heineken. No seu aplicativo aparece o aplicativo do seu supermercado aberto, as opções de Heineken. Você clica em lata, digita o número 5 e dá Ok. Depois, fala: suco Turma da Mônica uva. Faz o mesmo procedimento. Ai lembra que falta pasta de dente. Fala a pasta, coloca a quantidade e vai andando pela casa lembrando o que falta. Isso, hoje, a Amazon Go faz. Como será quando a Zara, por exemplo, entrar nessa? Você fala para um aparelho “camisa branca manga longa tamanho G da Zara”, aparece o que você quer, dá um Ok, compra e dia seguinte chega em casa. Isso não é futuro. Isso é hoje!

Dafiti vende por reconhecimento facial

A marca de moda online Dafiti inicia testes para pagamentos com reconhecimento facial, em parceria com o Santander e a Mastercard. Chamada de Identity Check, a solução autêntica pagamentos online com o uso da biometria – com impressão digital ou reconhecimento facial – sem a necessidade de digitar senhas.

Banco Neon, Agilibank, CBSS, Original. Bancos digitais que se abre conta com selfie. Porque não fazer o pagamento? Quantas pessoas que deixam de comprar no online porque estão sem a carteira, preguiça de digitar dados ou porque esquecem a senha para fazer o login no site? Cada e-commerce, analisando seus dados e analytics sabe o quanto isso dói no bolso, por isso, quanto mais o marketing digital traz de soluções para elevar as vendas melhor. Isso não é campanha de Facebook ou Google, isso é negócios gerados através de recursos que o marketing digital proporciona.

Redes sociais e comércio cada vez mais interligados

Segundo estudo do Mundo do Marketing inteligência, as redes sociais têm desempenhado papel importante para o comércio. Em 2018, o social commerce deve ganhar ainda mais força. Muitas empresas devem integrar chatbots a serviços de mensagens como Facebook Messenger e WhatsApp. Tendo em vista que a maior parte das redes sociais colocam muros em torno dos dados dos usuários, marcas e varejistas vão precisar encontrar maneiras de se apropriar da relação com o consumidor e das informações que vêm com ela.

Dificilmente, hoje, uma pessoa faz uma compra online sem pesquisar offline e vice versa. Isso a geração X, as novas gerações que vem por aí, isso será quase impossível de não ocorrer, antes da compra uma boa pesquisa, para tudo, de apartamento a uma Bic. As novas gerações, que “já nascem com um chip diferente” estão cada vez mais reféns da internet. Em um país que está entre os mais ativos nas Redes Sociais no mundo, que é o 2o país que mais acessa o Facebook, por exemplo, não tem como ficar fora, mas o importante é: Redes Sociais são socialização e não mídia!

Os “bots” ainda estão em crescimento e aperfeiçoamento no Brasil. Estudos mostram que as pessoas estão aderindo a ferramenta, mas que ainda está longe de ter um machine learning e inteligência artificial integrados de forma a satisfazer o cliente como um todo. O SXSW de 2018, maior evento de inovação do mundo, falou muito em 3 temas: Machine learning, Inteligência artificial e dados. Essa “trinca” debaixo de guarda-chuvas de transformação digital, indústria 4.0 e acima de tudo, marketing digital, é o que vai direcionar as comunicações dos próximos anos.

Machine Learning, aprendendo a vender

“Machine Learning é um conjunto de modelos tecnológicos que aprendem indefinidamente”. É assim que define Jeff Chow, VP de Costumer Experiences do Trip Advisor, no evento do SXSW 2018.

Segundo o portal Proxxima, Machine Learning trabalha a favor das marcas quando usamos um celular, navegamos na internet, fazemos compras on e offline, interagimos com aplicativos, quando nossas empresas trocam arquivos digitais com outras, usamos corretores ortográficos num e-mail, e tantas outras atividades de nosso dia a dia como pessoas, consumidores e como profissionais, estaremos, em algum momento, usando algum tipo, mesmo que muito simplificado, de Machine Learning.

Inteligência artificial, somada a BigData e campanhas. Aprender com os dados que as pessoas geram. O Watson, por exemplo, trabalha com dados que as empresas imputam, mas trabalha com o que as pessoas geram. Você, lendo esse artigo, está, com certeza, mostrando para alguma empresa, e não apenas a Guia-se, que você está ávido para saber sobre varejo, tendências, dados. O que isso vai apresentar?

Campanhas segmentadas para você. Se o canal é Google, Facebook, Twitter ou E-mail, é uma estratégia de canal, mas o conjunto de tudo é que traz o marketing digital a tona!

Foque em consumo e não mídia

Se estamos falando de inovação, porque não estudar um pouco mais o que foi debatido no maior evento de inovação do mundo, o SXSW em sua versão de 2018, ocorrida em Março. Segundo uma entrevista da Diretora do núcleo multimídia da O2, Janaina Augustin, ao portal Meio e Mensagem, “é mais rentável criar uma estratégia de consumo do que de mídia”, se pensar bem, mídia é gasto, consumo é receita.

O desafio é saber o que o consumidor quer, e produzir produtos com mais rapidez, mas também prever o que o consumidor não sabe que quer e gerar produtos que tenham impacto, em um momento onde temos um excesso de opções de produtos e de formas de adquiri-los. As empresas que tiverem em seu plano de negócios e de campanhas o planejamento de análise de BigData e AI, e de relação com o consumidor, vão estar à frente de todas as que ainda se baseiam somente em intuição. A criatividade humana é essencial, mas os algoritmos estão aí dizendo como direcionar a criatividade para que ela seja mais produtiva, para que gere mais ROI.

Estamos novamente falando de marketing digital em sua essência, que é unir produtos, marcas e serviços, via tecnologias e plataformas ao consumidor. No final das contas, quem paga a conta? São sempre as pessoas! Por isso, invista mais nelas e menos em canais, os canais, são apenas as plataformas que vai divulgar o conteúdo e mídia para impacto, mas a experiência no momento da compra é mais importante.

Como Augustin diz, o desafio é saber o que o consumidor quer, logo, a venda será mais assertiva. O marketing digital trouxe isso para universo das marcas, basta os gestores se movimentarem para trazer isso para as realidades. E por favor, sem desculpa, de “sou pequeno”, quem pensa pequeno se mantém pequeno.






Escrito por: Equipe Guia-se









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