01 nov 2017

O poder disruptivo do Marketing Digital

Agência de Marketing Digital




O poder disruptivo do Marketing Digital
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Mas o que é ser disruptivo? É quebrar paradigmas, quebrar barreiras, é ir além da mesmice. O mercado defende tanto sair do mais do mesmo, na teoria, mas na prática, isso não ocorre. As mentes que pensarem no sair o mais do mesmo tem grandes chances de sucesso versus aqueles que tem medo do novo. O novo, gera tensão e medo, mas o medo sempre impediu o sucesso.

A palavra da moda no mundo do marketing digital é disruptivo. Agora tudo gira em torno dela nos eventos de marketing digital, nos artigos, nos papos entre profissionais, mas no dia a dia das empresas e agências, o que mais se vê são planos de mídia recheados de Campanha de Redes Sociais, Campanha de Google, Remarketing, Influenciadores que de disruptivo não tem é nada! O digital vai muito além disso, mas o pensamento arcaico de que marketing é mídia, está levando as empresas que mais deveriam inovar, as agências digitais, a serem consumidas pelo “vírus do BV”, triste, mas uma realidade. Não podemos jamais generalizar, pois há muita coisa bacana no mercado, mas na sua maioria, o que vivemos nesse mercado é isso: planos recheados de mídia e com pouca, ou quase nada, inovação. Disruptivo está no discurso de muita agência, mas na prática, isso não ocorre.

Não se constrói estratégias digitais sozinho

Os profissionais de marketing digital devem estar sempre atentos a tudo, inclusive os rumos do mercado, o que o consumidor final deseja e tendências. Isso deve ser repassado aos clientes finais, ou seja, aos anunciantes. Muitos contratam empresas como agências ou consultorias com foco em marketing digital, não apenas para campanhas de Google ou campanhas de Redes Sociais, as contratam como empresas para pensar em estratégias digitais e isso vai além de um bom plano de mídia.

Profissionais de marketing digital tem como missão, gerar conhecimento aos seus clientes, isso quando ele mesmo não é o cliente, porém, ninguém faz nada sozinho e por isso contratam empresas especializadas em marketing digital, com o foco de que essas as ajude nas estratégias digitais, não apenas na execução, mas no planejamento. E pode ter certeza, que nesse processo de planejamento, o convencimento e até mesmo ensinar o cliente, em muitas vezes está inserido no processo como um todo.

Ser Disruptivo é inovar. Sempre

Uber, Google, Amazon, Apple, Netflix, Nubank, Spotify, Facebook, Instagram. Seria mais do mesmo citar essas marcas, pois elas são, mundialmente, conhecidas por serem disruptivas. E buscam isso diariamente, esse é o seu grande diferencial. São sempre citadas como referência, em diversas aulas, palestras e até em papos de brainstorm do mercado, porém, se faz necessário olhar um pouco mais na essência dessas marcas: elas querem mudar o que já é padrão, querem quebrar regras, querem ser disruptivas.

Elas não vivem de campanhas de Google ou de campanhas em Redes Sociais. Elas vivem de estratégias digitais, tem, o que Walter Longo chama de alma digital e por isso são o sucesso que são. Usam, claro, a mídia digital como forma de contar uma história e fazer com que essa história chegue ao maior número de pessoas, mas sua estratégia não está pautada apenas em mídia, está pautada em relacionamento, BigData, inovação, estratégias digitais e acima de tudo, entender comportamento de pessoas, uma a uma. Isso é ser disruptivo, isso faz o seu sucesso. Nubank, por exemplo, foi um sucesso por ser um cartão que podia controlar as contas pelo aplicativo, só se você fosse convidado poderia ter e ele era roxo, não tem taxa mensal e é diferente dos tradicionais cinza, azul e preto. Poucas pessoas adquiriram o cartão porque, no seu lançamento, a taxa de juros era metade das taxas dos tradicionais Visa e Master. O controle pelo aplicativo os maiores bancos já faziam, pouco exploraram. O Nubank cresceu e coloca um certo temor em bancos gigantescos e tradicionais. O detalhe curioso é que o Nubank pouco usou de campanhas em Redes Sociais ou campanha de Google para crescer. Ele conseguiu um marketing boca-a-boca muito forte e com isso seu sucesso.

O Netflix, por sua vez, usa dezenas de algoritmos para entender o que a sua audiência deseja. Entende que quanto mais opções, mais o cérebro se confunde. O neuromarketing explica isso. Entende que um casal, pode sentar na frente da TV, com um bom vinho, pães e queijos para assistir um filme, mas deverá escolher entre milhares. Por que o Netflix não pode, então, recomendar filmes baseado em buscas, filmes assistidos e até pesquisas na internet? Foi o que fez, é o sucesso que é. Campanha nas Redes Sociais da Netflix estão mais focadas em relacionamento, conversas e até chats imitando linguagens de filmes do que o padrão de peças dentro do que o FaceAds permite. Campanha de Google é feita, mas o resultado vem de mais de 60 milhões de brasileiros que já tem assinatura do Netflix, que em Junho de 2016, passou, em faturamento o SBT. Inovação, entendimento de consumidor, estratégias digitais. Disruptivo.

Parece até uma loucura, mas é fato. Em fevereiro de 2017, Waren Buffett, o maior investidor do mundo, vendeu 900 milhões de dólares em ações do Wal-Mart pois não acredita mais no modelo de enormes galpões que vendem de tudo. Ele acredita em modelos menores e muito na Internet, citando a Amazon como seu modelo ideal. Vende de tudo, sem muito estoque e apenas liga o consumidor a lojas, demanda por produtos. Pouco tempo depois, o mercado recebe uma notícia, no mínimo, bombástica, a marca Amazon vale mais que a marca Wal-Mart. Em Setembro de 2017, a Amazon anunciou que teve um lucro quase 30% maior que o Wal-Mart. Uma loja virtual versus o maior varejista do mundo, com milhares de lojas espalhadas pelo mundo. Um e-commerce, na sua essência, vendendo mais que uma loja física. O que esperar para os próximos anos?

Marcas podem ficar como estão. Ou ser um sucesso. Depende dos gestores

Quebre regras e esse será o seu primeiro passo para entrar na onda disruptiva. Agências precisam, na sua essência, ser assim, porém, estamos diante de um cenário onde as consultorias estão sendo mais inovadoras e disruptivas do que, quem, por essência, deveria ser. Agências pensam em mídia, campanha de Google, campanha de Redes Sociais, influenciadores, mídia programática. Mídia, mídia e mídia. Consultorias pensam em estratégias de marketing, resultados e em negócio. Por isso, o mercado tanto discute a continuidade do modelo de agências versus o crescimento das consultorias de negócio.

O mundo está mudando demais, ser disruptivo é ter uma chance de continuar no mercado. Mais do mesmo, não empolga mais ninguém. A Galinha Pintadinha é uma animação simples com músicas que os pais cantavam para os filhos há décadas. Ideia simples, mas com execução disruptiva para a sua época. Youtube, Redes Sociais, boca a boca. Levaram para a Rede Globo, a tradicional e engessada mídia, disse aos fundadores que não daria resultado esse tipo de produto. Disponibilizaram pela Internet, o boca a boca foi bem feito e o resultado, todos conhecem: Há 7 anos alegrando as crianças e deixando os pais com mais tranquilidade para outras atividades. O mundo mudou, ou se acompanha, ou morre. Romeo Busarello, diretor da Tecnisa e um dos mais inovadores profissionais do mercado digital, diz, que um bom profissional de marketing digital se reinventa a cada dois anos, pois a tecnologia está ai para isso. Ana Maria Nubié, disse, em 2015, que a grande estratégia de marketing digital no Brasil são campanhas de Redes Sociais, passou-se 2 anos, e a maioria dos profissionais não se reinventou.

Grandes marcas se reinventam, porque tem gestão e coragem para isso

Samsung lança um aplicativo para controlar os carros via Smartphone. O iPhone já foi usado como chave de ignição de carros. Em 2016 explodiu a febre das StartUps e Hackathons, onde os jovens, sem responsabilidade com verbas de empresas ou modelos engessados, criam cada ideia maluca que dá impressão de não estarmos na vida real e sim em algum seriado do Netflix. A parabéns a eles. Se uma ideia não chocar no primeiro momento, ela não é disruptiva!

Essa juventude é um modelo a ser analisado com calma. Eles não querem mais trabalhar para empresas, querem ter suas próprias empresas e para isso, precisam se diferenciar, sair da mesmice e resolver problemas, do mais simples, como achar um bar perto da sua casa que venda a cerveja que você quer mais barata, como de fazer com que pessoas tenham rendas extras emprestando ou usando seu carro, apartamento, garagem, tempo. O mundo não é mais o mesmo, fazer mais do mesmo não vai revolucionar em nada os modelos de negócio. E isso se faz necessário.

Em empresas engessadas, sem alma digital, com medo do novo, esse tipo de ação jamais ocorreria, por isso, muitas empresas, em busca da inovação colocam em suas estratégias de marketing digital a presença em co-workings atrás da ideia maluca, mas funcional para seu negócio!

Sempre válido lembrar que as marcas que se sentiram no topo do mundo, algum dia, perderam, rapidamente valor e mercado do dia para a noite por não entenderem o novo mundo dos negócios. O caso mais clássico é da Kodak, líder mundial em rolo de filmes, ela criou a primeira máquina digital, não acreditou que as pessoas mudariam a sua forma de tirar foto, deixou de lado. A Sony acreditou, lançou, se tornou líder mundial e quando a Kodak foi entender o que havia acontecido, era tarde demais. Aqui não estamos falando de marketing digital, campanha em Redes Sociais, Campanha de Google. Estamos falando de estratégia de produto, de negócio, estratégia digital é algo que amplia muito mais do que o universo de mídias digitais.

Outro exemplo, é entender que às vezes, os jovens precisam ser ouvidos pois a solução deles pode ser melhor que a atual da empresa. Eles podem ser parceiros para melhorar. Nunca se deve subestimar totalmente uma ideia só porque você é líder. No começo dos anos 2000, Cadê, do Yahoo! Era o grande buscador. Muitas campanhas de marketing digital tinham no Cadê uma verba destinada para anúncios. Era preciso, dentro da estratégia digital, estar bem otimizado. Era o máximo para uma época que o Google não era o que é hoje, logo, campanha no Google não existia. Hoje, dificilmente se faz uma campanha de marketing digital sem ter campanha de Google ou campanha de Redes Sociais, mas é válido reforçar, nem só disso se vive a estratégia digital da sua empresa.

Dois jovens, em sua tese de mestrado, revolucionaram a busca. Foram oferecer ao Yahoo! que nem quis saber. Hoje, o Google, está próximo a ser a primeira empresa no mundo a valer 1 trilhão de dólares e o Yahoo! amargando fracasso atrás de fracasso.

Mas o próprio Google já aprendeu com isso. O Orkut era uma Rede Social poderosa. O mundo amava, usava e Ok. Era engessada, diversos problemas, e não tinha uma estratégia digital para a Rede Social do Google. Que depois lançou o Google+ e o Hello, mas sem sucesso. O Facebook veio, com interface mais amigável, com mais recursos e sendo mais fácil de mexer. Em 2013 o Orkut morreu definitivamente, o Facebook passa dos 1,3 bilhão de pessoas no mundo, sendo que só no Brasil, são 120 milhões de contas ativas, por isso, campanhas em Redes Sociais são tão fortes no Brasil, marcas olham esse número e vão atrás de audiência, mas na verdade, ser disruptivo na Rede Social é pensar mais em social e menos em mídia.

Essência da Internet é conectar

Na sua essência, Internet é uma rede de computadores que conecta tudo a todos. Quanto mais disruptiva for a ideia, mais pessoas serão atraídas para ela. A internet é um meio de encontrar de forma mais fácil seja pelo disruptivo Google, pelo disruptivo Facebook ou pelo disruptivo YouTube. Ideias todos tem aos montes, executar é que é o difícil. Se conseguir, tenha a internet como uma aliada para divulgar e agregar, estratégias digitais são pensadas o tempo todo para um melhor aproveitamento dessas ferramentas para o marketing digital das marcas, mas pense que a internet vai muito além de Redes Sociais e Buscadores. Internet é negócio! Netflix, Spotify, Amazon, Banco Original, Uber são marcas que nasceram digitais, usam campanhas em Redes Sociais e campanhas no Google para atingir um maior número de pessoas, mas eles não são a estratégia digital. A estratégia é o negócio em si. O DNA é ser disruptivo.

E não para por aí

Acreditar que essas empresas disruptivas param onde estão é um erro enorme. Essas empresas estão sempre buscando mais e mais parceiros para melhorar. Watson, da IBM, hoje é o que há de mais moderno na Inteligência Artificial. E em constante evolução. O que se conhece, hoje, do Watson, será apenas um pedaço do que ele poderá fazer em alguns meses. Hoje não se fala de tecnologias evoluindo em anos e sim em meses. A quantidade de dados que o Watson está acumulando poderá ser decisivo para as estratégias digitais do futuro. E do futuro próximo!

O marketing digital não vai tomar o lugar do marketing tradicional, mas ele será a principal força de marca para os próximos anos. E as marcas que ainda resumirem o digital em campanha de Google e campanha de Redes Sociais vão sofrer muito, pois ficarão muito para trás das empresas antenadas e dos novos jovens disruptivos. Há de se pensar, que provavelmente a empresa que quebrará o Google nem nasceu, pois o seu criador, também não.

Mudança. Hoje, amanhã e sempre!

A partir de já, quando você for pensar em uma estratégia de marketing digital para uma marca, pense além de campanha de Google e campanha de Redes Sociais. São importantes, muito importantes, mas não é o todo. É preciso ir além, talvez o seu cliente não consiga criar um novo Netflix, Spotify ou Uber, mas ele poderá se inspirar neles para uma solução simples. O Uber inspirou no Brasil a CargoX, que tem como sócio um dos criadores do Uber. O que é a CargoX? Um Uber de caminhões, onde os caminhoneiros ociosos podem pegar cargas para fazer uma renda extra e as empresas ter uma redução de custos da sua carga. Um ganha ganha para todos. Ser inovador e disruptivo é pensar que todas as pontas envolvidas precisam ganhar, e que às vezes, o elo de tudo, é o que menos ganha.






Escrito por: Equipe Guia-se







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