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Campinas

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Campinas é a terceira maior cidade do estado de São Paulo, e apresenta um status de bastante destaque na economia paulista (e brasileira).
O Produto Interno Bruto de Campinas é o maior da Região Metropolitana de Campinas, o quinto do estado de São Paulo, e o 13º de todo o país. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), relativos a 2008, o Produto Interno Bruto do município era de 29.363,18 mil reais, valendo sublinhar que 8.133 mil são referentes a impostos sobre produtos líquidos de subsídios a preços correntes. O Produto Interno Bruto per capita é de 27.788,98 reais, e o Índice de Desenvolvimento Humano de renda é de 0,829.
De acordo com o IBGE ainda, a cidade possuía, no ano de 2009, 46.362 unidades locais, 44.496 empresas e estabelecimentos comerciais atuantes e 780.390 trabalhadores, sendo 420.180 relativos a pessoal ocupado total e 360.210 ocupado assalariado. Os salários, juntamente com outras remunerações, somavam 9.233.608 reais; e o salário médio mensal de todo o município era de 4,4 salários mínimos. A principal fonte econômica está centrada no setor terciário, com seus diversos segmentos de comércio e prestação de serviços de várias áreas, como na educação e saúde. Em seguida, destaca-se o setor secundário, com complexos industriais de grande porte.
A partir de 1998, a cidade vem assistindo a uma mudança acentuada na sua base econômica: perde importância o setor industrial (com a migração de fábricas para cidades vizinhas ou outras regiões do país), e ganha destaque o setor de serviços (comércio, pesquisa, serviços de alta tecnologia e empresas na área de logística).
Desde a década de 2000, graças a investimentos públicos e privados, a cidade vem alcançando seu equilíbrio econômico e social, tornando-se um município cada vez mais competitivo perante a Região Metropolitana de Campinas. Leis de incentivos para empresas que se instalarem na cidade foram criadas, e a obra de ampliação da Rodovia dos Bandeirantes, cujo trajeto passa pelo município, trouxe novas possibilidades de desenvolvimento.
Campinas é hoje a principal força econômica da Região Metropolitana de Campinas, apresentando uma boa qualidade de vida, como é possível comprovar através de seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Além disso, os índices de desemprego e de violência, apesar de não estarem nos mesmos níveis de outrora, ainda continuam baixos se comparados aos de cidades vizinhas. Também podem ser destacados: um moderno parque industrial e tecnológico — fruto de um plano de instalação de “tecnopolos”; e renomadas instituições de ensino superior, como a Universidade Estadual de Campinas e a Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Também é em Campinas que se localiza o Laboratório Nacional de Luz Síncrotron e o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD).
A indústria, atualmente, é o segundo setor mais relevante para a economia do município. A cidade concentra cerca de um terço da produção industrial do estado de São Paulo. Destacam-se as indústrias de alta tecnologia e o parque metalúrgico, sendo considerada a capital do Vale do Silício Brasileiro.
A região abriga mais de 10.000 empresas de médio e grande porte, muitas das quais entre as mil maiores e melhores do Brasil, segundo a revista Exame, tais como: Honda, Toyota, Unilever, Mann+Hummel, 3M Brasil, Bosch, Bridgestone, Pirelli, Dell, IBM, BASF, Dow Química, Villares, Ericsson, Singer, Goodyear, CPFL, Elektro, Valeo, Rigesa, International Paper, Nortel, Lucent, Samsung, Motorola, Medley, Cristália, Romi, Tenneco, General Electric, Texas Instruments, Altana, Solectron, AmBev, Caterpillar, Bombardier, CAF e muitas outras. O polo petroquímico é centrado no município de Paulínia, a poucos quilômetros de Campinas, junto à Refinaria do Planalto Paulista da Petrobrás (Replan) — que é a maior do Brasil e uma das maiores da América Latina, e inclui empresas como Dupont, Chevron, Shell, Exxon, Grupo Ipiranga, Eucatex e Rhodia, por exemplo.
A prestação de serviços rende 15.587.011 mil reais ao Produto Interno Bruto municipal. O setor terciário atualmente é a maior fonte geradora do Produto Interno Bruto campineiro, destacando-se principalmente na área do comércio. A cidade apresenta diversos centros comerciais e shoppings centers, como o Campinas Shopping; o Iguatemi Campinas; e o Shopping Parque Dom Pedro — divulgado como o maior shopping center temático da América do Sul.
Também vale ressaltar as microempresas do lugar. No ranking brasileiro da formalização de microempreendedores individuais, Campinas figura no primeiro posto entre as cidades do interior do país. A região do Centro da cidade também concentra uma parcela bastante expressiva do comércio e dos serviços, destacando-se pelo comércio popular, sendo que lá existe grande conjunto de cabeleireiros; varejistas de vestuário e acessórios; lojas de variedades e comércio popular (ambulantes); artesãos; e fornecimento de alimentos para consumo domiciliar. Também é notável no município o Mercado Municipal de Campinas, inaugurado em 12 de abril de 1908.
Atualmente, Campinas é o terceiro maior polo de pesquisa e desenvolvimento do Brasil, responsável por pelo menos 15% da produção científica nacional (segundo levantamento de dados de 2010). As universidades locais também têm grande empenho na área, como a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que é a maior produtora de patentes de pesquisa no país, a Fundação Getúlio Vargas (FGV), a Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), a Universidade Presbiteriana Mackenzie, a Faculdades de Campinas (FACAMP), a Faculdade Metrocamp, a Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e a Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação (ESAMC), dentre outras.
Além de instituições de ensino superior, o município também sedia importantes institutos de pesquisas, como o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), o Centro de Tecnologia da Informação Renato Ascher (CTI), o Centro de Pesquisas Avançadas Wernher von Braun, o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD), a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA), o Instituto Agronômico de Campinas (IAC) e o Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), para se ter uma ideia da pujança da região nesse segmento.
O crescimento de Campinas demanda um setor de prestação de serviços muito expresso e que se renova com extrema rapidez — conforme as necessidades do mercado e a disponibilização de mão de obra no município. A população consome muitos serviços, então o surgimento de novas unidades é expressivo.
A Guia-se se encontra presente em Campinas com três unidades: uma no Centro, outra na Zona Norte e mais uma na Zona Sul.


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