12 dez 2014

Inflação em 2015 deverá ter novos vilões

Planejamento Estratégico




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Setor de serviços deverá deixar de provocar aumento da inflação

O cenário econômico para 2015 deve ter alterações em relação aos anos anteriores. Estima-se que o setor de serviços deverá deixar de ser o vilão da inflação no Brasil.

A expectativa é que, em vez dos serviços, que chegaram a subir quase 9% em 2013, a inflação tenha alta devido a produtos que contenham componentes importados, como eletrônicos e veículos. Caso isso ocorra, o cenário é diferente do que vem acontecendo no Brasil desde 2011, quando os serviços começaram a puxar a inflação para cima.

Graças ao aumento da renda do brasileiro, nos últimos anos serviços como refeições fora de casa, planos de saúde e cursos e escolas ficaram mais caros, representando cerca de um terço do índice que mede a inflação.

Com o consumo em desaceleração, os dados da inflação começam a se alterar. Pesquisas apontam que os serviços recuaram de alta de 8,48% para 8,19% entre novembro de 2013 e o mesmo mês de 2014.

A previsão é que em 2015 os aumentos de preços devem ser impulsionados pela alta do dólar, além do reajuste nas tarifas de energia e no preço dos combustíveis. A previsão no geral, no entanto, é que a inflação se mantenha igual a de 2014, 6,5%.

 

Fecomércio

Para a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), o cenário econômico é de certo pessimismo. Para a entidade, os prováveis ajustes a serem feitos no próximo ano serão restritivos. Assim, a economia deve manter os principais indicadores macroeconômicos nos mesmos patamares de 2014. As projeções para 2015 levam em conta a premissa de que os ajustes esperados para o ano poderão recompor aos poucos a confiança de famílias e empresários.

A Federação estima que o índice oficial de inflação (IPCA) ficará em torno de 6%, ante os 6,5% previstos para este ano, enquanto a taxa Selic deve atingir 12%. A cotação do dólar continuará pressionada e deve fechar o ano em R$ 2,60, ante a expectativa de R$ 2,50 para o fim de 2014. O PIB, por sua vez, deverá crescer 1% – a alta esperada para 2014 é de apenas 0,5%. A produção industrial, depois de encolher 3% em 2014, deve subir 1% em 2015.

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), até o fim de 2014, deve cair 19,1% em relação a 2013. Um dos fatores que mais influenciaram o desempenho no ano foi a aceleração da inflação. Com menor demanda, o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) deve fechar dezembro em 102,9 pontos e, na média geral do ano, cair em 9,2% em relação ao verificado em 2013.

 






Escrito por: Equipe Guia-se







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