03 mar 2016

E-bit divulga dados do e-commerce na 33° edição do Webshoppers

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E-bit divulga dados do e-commerce na 33° edição do Webshoppers
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Guia-se-webshoppersMesmo com a crise, faturamento do e-commerce cresceu 15,3%, em 2015, mas foi a qualidade do serviços que se destacou no Webshoppers

A E-bit, mais respeitada fonte informações e números do e-commerce, divulgou a 33° edição do Webshoppers, o relatório semestral mais sólido sobre o comércio eletrônico brasileiro. Segundo a E-bit, mesmo com o cenário econômico desfavorável, o e-commerce manteve-se em ascensão em 2015 e faturou R$ 41,3 bilhões, o que representa 15,3% mais do que em 2014, quando as vendas somaram um total de R$ 35,8 bilhões. De acordo com o Webshoppers, foi a própria crise político-econômica que gerou oportunidades para que as lojas virtuais se tornassem um dos principais aliados dos brasileiros para as compras.

O destaque no e-commerce brasileiro em 2015 foi em relação a qualidade dos serviços prestados pelos varejistas on-line. A pesquisa registrou uma queda nos atraso na entrega, chegando ao percentual médio de apenas 8% ao longo do ano – em 2014, os atrasos aconteceram em 12% das entregas. Entretanto, para garantir o prazo estipulado, o tempo médio anunciado pelas lojas virtuais aumentou de 8,7 dias para 9,4 dias.

O Net Promoter Score (NPS), um indicador que mensura a satisfação e a fidelização dos clientes, apresentou o melhor resultado, desde que a E-bit/Buscapé começou a aplicar esta metodologia, em 2013. Uma das explicações para este resultado é que o número de pedidos no comércio eletrônico não aumentou como o esperado em 2015, o que permitiu às lojas virtuais mais eficiência no atendimento, uma vez que muitas delas haviam se preparado e reforçado suas operações para um volume de vendas maior.

O aumento total de pedidos foi de apenas 3% em 2015. Entre os anos de 2013 e 2014, este mesmo percentual chegou a 22%. Segundo o Webshoppers, a queda no número de vendas foi consequência da diminuição do poder de compra da classe C,  que colaborou fortemente para o crescimento das vendas on-line nos últimos anos. Até novembro de 2013, a participação desse extrato social representava mais de 54% das compras on-line, entretanto, em dezembro de 2015, o percentual foi de apenas 39%.

Em contrapartida, houve no ano passado um aumento na participação de consumidores com alto poder aquisitivo e experiência em compras virtuais, o que explica o aumento do tíquete médio em 12%, saltando de R$347 para R$ 388. Outro fator que justifica o valor do tíquete é o aumento de preços na internet, que chegou a 8,94%, segundo o Índice FIPE/Buscapé.

O relatório ainda aponta que o aumento na busca por lançamentos e produtos de maior valor agregado, como eletrodomésticos de última geração (1° lugar em relação ao faturamento e 2° lugar em volume de vendas) e novos modelos de smartphones (telefonia/celulares ficou em 2° lugar em relação ao faturamento e 3° lugar em volume de vendas), e a diminuição do frete grátis oferecido pelas lojas também colaboraram para o aumento do faturamento do e-commerce em 2015. A categoria moda e acessórios liderou o volume de vendas, mas apresentou queda de 19% se comparada a 2014. Já eletrodomésticos e telefonia aumentaram em 27% e 45% o volume de vendas em 2015, respectivamente.

Outro ponto importante levantado pelo Webshoppers é o uso dos dispositivos móveis para efetuar compras. As estimativas da E-bit apontam que, em 2015, o acesso mobile no e-commerce brasileiro foi de 35%. Ou seja, mais de um terço do tempo em que os consumidores navegaram em lojas virtuais foi através de smartphones ou tablets. As compras realizadas por dispositivos móveis em lojas virtuais brasileiras representaram, em dezembro, uma participação de 14,3%. No mesmo período, no ano passado, este mesmo percentual foi de 9,1%.

Para 2016, estimativa  da E-bit é de que o faturamento do comércio eletrônico tenha um crescimento nominal de 8%, atingindo um total de R$ 44,6 bilhões. Porém, parte deste crescimento deverá ser impulsionado pelo aumento de preços e, também, pela maior participação das vendas de categorias como eletrodomésticos e smartphones. O tíquete médio pode chegar a R$419 e volume de vendas deve ser mantido.

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Escrito por: Equipe Guia-se







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1 comentário

  1. Janete 4 de agosto de 2016 at 10:38 - Reply

    Legal.

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