01 out 2015

Lojas virtuais crescem mesmo em tempos de crise

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Comércio eletrônico pode ser a solução para enfrentar a crise econômica e vender mais

O  ano de 2015 tem sido, no mínimo, complicado para alguns empresários devido à crise econômica, exceto para aqueles que tomaram a decisão de investir no comércio eletrônico ou atuam em segmentos crescentes na economia brasileira. A Guia-se Negócios pela Internet, que trabalha com marketing digital, ramo de negócio que cresce a cada dia no País, tem como parceira a Xtech Commerce, uma plataforma de comércio eletrônico fácil, completa e inteligente, com mais de 3 mil lojas criadas e hospedadas. Esta plataforma permite ao lojista trabalhar de forma multicanal. 

Segundo o sócio e fundador da Xtech Commerce, Alfredo Soares, um cenário muito comum, atualmente, são lojas físicas que já se encontram estabelecidas em um bairro ou até mesmo dentro de shoppings em grandes centros, investindo no digital. “Levar seus produtos para o online se apresenta hoje como uma ótima saída para lojistas enfrentarem a recente diminuição de movimento, já que aparentemente os clientes também começaram a pesar os custos da logística que precisam enfrentar quando desejam comprar algo, como deslocamento, estacionamento e alimentação”, observa Soares em um artigo para o portal E-Commerce Brasil.  

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Alguns franqueados têm dificuldades em explicar ao cliente  por que um negócio digital pode ser uma excelente opção para enfrentar a crise e obter resultados inesperados, por isso, reunimos algumas informações importantes sobre o cenário do comércio eletrônico brasileiro no primeiro semestre de 2015  que podem ser utilizados nas apresentações de propostas pelas unidades da franquia digital. Afinal, o grande interesse do cliente quando procura um franqueado Guia-se  é alavancar as vendas, a comunicação com o público-alvo e, principalmente, ampliar os negócios, por isso, é missão do franqueado oferecer todos os recursos disponibilizados pela franqueadora ao cliente, entre eles o e-commerce.

Segundo 32ª Edição do Reltório E-bit WebShoppers, embora o número de pessoas que fizeram pelo menos um compra online tenha diminuído em 7% no primeiro semestre de 2015 em relação ao mesmo período de 2014 (foram 17,6 bilhões de pessoas este ano contra 18,9 bilhões de pessoas no ano passado), o faturamento deste segmento nos primeiros seis meses do ano foi maior do que o do primeiro semestre do ano passado. Entre janeiro e junho de 2015, foram R$ 18,6 bilhões, contra R$ 16,1 bilhões no mesmo período de 2014.Com menos dinheiro para consumir, as pessoas acabam optando pelo melhor custo benefício, encontrado muitas vezes nas lojas virtuais. A pequena elevação dos preços devido à aceleração da inflação e a opção pela compra consciente  e planejada de bens com maior valor agregado permitiram o crescimento no tíquete-médio do consumidor online em (13%), atingindo o valor de R$377, o que colaborou para o aumento do faturamento.

Entre as categorias que mais cresceram neste período em volume financeiro, o segmento de Telefonia/Celulares ficou em primeiro lugar com um crescimento nominal de 53%, seguido do comércio de eletrodomésticos que cresceu 41%. Entretanto, eletrônicos e moda e acessórios tiveram queda no crescimento nominal, registrando respectivamente -17% e -8%. Embora o faturamento do segmento moda e acessórios tenha caído no período, ela ainda é a categoria líder em volume de transações do comércio eletrônico brasileiro. Outro fator  importante para os empresários que já investem ou pretende investir no comércio online é a questão dos dispositivos móveis. De acordo com o relatório do E-bit, o período registrou a tendência de consolidação do dispositivos móveis como um forte canal de vendas, isso porque ele representou uma parcela de 10,1% das transações de vendas. Além disso, 38% dos e-consumidores entrevistados pelo E-bit e que possuem algum dispositivo móvel responderam que o utilizaram nos últimos seis meses para comparar preços enquanto estavam dentro de uma loja.

 






Escrito por: Equipe Guia-se







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