31 out 2017

Sua empresa tem alma digital?

Agência de Marketing Digital




Sua empresa tem alma digital?
Dê uma nota!




O Conceito está sendo difundido pelo Walter Longo, CEO da Editora Abril, um dos mais respeitados profissionais da área de marketing digital e inovação do país, é válido entender o que ele diz, pois esse é um tema que o mercado ou assimila ou ficará sempre fazendo o mais do mesmo

Uma das questões que a Guia-se mais escuta nas suas mentorias é o fato de como convencer o pequeno e médio empresário a investir na internet? Como fazer ele sair do simples, que é o site e Redes Sociais, para dar o passo além, o passo que o consumidor espera de uma marca. Como fazer todo o processo de inovação para as marcas saírem da mesmice? Essa é uma dúvida recorrente que pretendemos ajudar na resposta com esse artigo.

De fato, o mercado nacional como um todo está passando por uma profunda mudança, lenta, mas que está ocorrendo quando o assunto é comunicação. A gestão de marketing digital está deixando de ser feita por pessoas que vieram do offline e assumiram o digital, uma linguagem totalmente diferente, para deixar pessoas nativas do digital assumirem. A geração X está aí para isso, nas lideranças das empresas com essa alma digital.

As marcas ainda estão tentando entender o que o consumidor já entendeu há muito tempo: o poder da internet como uma plataforma de comunicação e relacionamento. E não como mais um canal de mídia. A internet, em sua essência, é relacionamento e interatividade e não mídia. O que se vai ver nos próximos meses é uma infinidade de empresas tentando sair da mesmice, buscando a transformação digital das suas operações. Mas para isso ser feito, não é da noite para o dia e nem com baixo investimento em mídia, processos e pessoas. Há muito mais do que isso. Uma gestão de marketing digital não se faz apenas com ferramentas digitais.

Falar e fazer. Esse é o segredo.

O primeiro passo para sucesso nessa nova onda da internet é ter alma digital na empresa. Walter Longo bate muito nessa tecla, e com razão. Em sua nova empreitada profissional, Walter levou para um dos maiores produtores de conteúdo do país, a Editora Abril e suas dezenas de revistas e sites, essa alma digital, transformando a empresa e recuperando o que, infelizmente, parecia inevitável, o fechamento da editora, que hoje, bate recordes de tiragem. Vendendo mídia? Não! Desenvolvendo projetos que tenham inovação no primeiro momento e depois interação, conteúdo, relacionamento como princípios e esses sim, interessam aos anunciantes que é claro, mantém a empresa viva.

Alma digital

Alma digital é entender a fundo o que a internet representa para o mundo da comunicação. Reforçando, não é ter um site, uma Fan Page, gastar muito dinheiro em Google, Display e influenciadores e acreditar que está inserido no digital. Não. A sua marca, fazendo isso, está comprando mídia e isso é um pedaço do universo digital. É algo como se você pedir uma pizza de 12 pedaços, comer um pedaço e dizer para os amigos que comeu a pizza toda. Não, ainda restam 11 pedaços…

Alma digital é quando a empresa entender que o digital é uma plataforma. Segundo Walter, alma digital faz parte da gestão do negócio, olhando o digital cada vez com mais cautela. Não é apenas fazer o digital, mas pensar toda a gestão do marketing digital.

Segundo Walter Longo, incorporar a alma digital é o processo de inovação e gestão de marketing digital que visa a concepção, fabricação, processos e gestão para o mercado, ou seja, é ouvir as demandas do mercado e trazer algo que resolva seus problemas. Parece simples, mas nem tanto. Quando o Uber é citado, todos acreditam ser um projeto com muita inovação, de fato o é, usa-se poucas ferramentas digitais, mas o que faz o Uber ser algo inovador? O produto ouviu as ruas, entendeu o conceito de economia colaborativa, somando ao fato das grandes cidades não mais terem espaço para carros, com as crises financeiras que muitos países passam periodicamente. Somou a tudo isso, uma alma digital, entendendo o conceito de plataforma e o fato de seu principal concorrente, o táxi, ser um modelo arcaico, analógico e que determinava preços. Hoje, apenas na cidade de São Paulo passa de 100 mil o número de motoristas cadastrados no Uber, em uma cidade com quase 4 milhões de veículos e problemas diários no transporte público.

Um pouco de história da Internet

“Todo o artista tem que ir aonde o povo está…” Milton Nascimento já pregava isso em sua música, “Nos bailes da vida” em 1981. O artista, precisa ser a marca. Ela tem que estar aonde o povo está. Vale reforçar que nas décadas de 70,80,90 e até 2000 era muito simples estar presente na vida das pessoas. Vidas menos agitadas, menos veículos, TV dominando o entretenimento áudio visual das pessoas. Mas em meados de 1995, a Internet surgiu e com ela a paixão do brasileiro pela interação. Era Web 1.0 onde era preciso ter apenas um site para estar na internet. Cartões eram feitos com o endereço eletrônico, sites eram criados por produtoras, algumas, hoje, grandes agências de comunicação digital. Veio então, em 2004, a Web 2.0 com as ferramentas digitais. O Orkut mostrou o que seria a era das Redes Sociais. Facebook, Twitter, Instagram, Linkedin, Google Plus, Hello, Foursquare, Flickr, Pinterest, Vine, MySpace, Hi5, Vimeo, vieram na sequência, uns sobreviveram, outros não. O próprio Orkut morreu por um “simples” problema. Não pensou em inovação, perdeu espaço para o Facebook.

Só não morre, quem tem inovação no DNA da empresa

O Orkut deveria ser uma referência para as marcas no mundo todo. Não inovar na sua gestão de marketing digital é perder espaço para a concorrência. Em 2005, o Facebook era uma pequena Rede Social ao passo que o Orkut era quem dominava. Hoje, em 2017, marca o 4o ano da morte do Orkut e o Facebook passa do 1,5 bilhão de usuários ativos. Recentemente, a Amazon passou em valor de mercado e vendas, o Wal-Mart, o maior varejista físico do mundo. E a Amazon só vendia pela web até poucos meses atrás.

As marcas buscam a transformação digital para se adaptar ao novo mundo, cada vez mais conectado e digitalizado, não apenas pelo consumidor, as gerações X,Y, Z cada vez mais conectadas, mas também, porque grandes marcas estão perdendo espaço para quem já nasceu com a alma digital e já transformadas digitalmente, o caso das Fintechs, por exemplo, que em 2017 cresceram com Nubank, Neon, Banco Inter e Original, mas que em 2018 virão ainda mais fortes e incomodando tradicionais bancos como Itaú, Santander e Bradesco, que por sua vez, já lançaram os seus bancos digitais, como o Next do Bradesco. Isso se deu porque no Bradesco, seu líder de estratégia e inovação, Luca Cavalcanti tem a alma digital que as empresas precisam. Não basta usar apenas ferramentas digitais, as marcas precisam ter essa alma digital na gestão de marketing digital.

Walter Longo prega que a alma digital é a gestão de todo o setor, uma questão de ótica, de olhar o que acontece ao redor da marca: concorrência, publico, cenário e tendências. Olhar não em um relatório mensal, mas olhar tudo o tempo inteiro. Muitas vezes, o que ocorre em outros países, pode não dar certo no Brasil, mas serve de inspiração. SXSW, Shop.Org, NRF são algumas da feiras que quem tem a alma digital precisa frequentar, ou pelo menos, acompanhar quem lá está. No Brasil, MaxiMidia, Proxxima, Digitalks e até mesmo os eventos da Guiase, precisam ser acompanhados de perto.

Guia-se tem alma digital

Não há a menor dúvida nisso. Quando José Rubens criou, há 20 anos atrás a marca Guiase, ele já vislumbrava o que a Internet traria para o mundo dos negócios. Novo, mas visionário, José Rubens foi cavando seu espaço e hoje colhe os frutos ao lado da sua sempre competente equipe. Ele e a Carla Pavão estão sempre antenados a tudo o que acontece no mundo digital, no Brasil e no mundo, para trazer aos franqueados essa visão digital como um todo. Esse é um exemplo de uma empresa com alma digital, não apenas pelo produto que entrega, mas pela sua filosofia de trabalho, pelos parceiros e pelo dia a dia da empresa. A gestão de marketing digital da Guaise é transmitida aos franqueados que desenvolvem um excelente trabalho junto aos seus clientes. Desde a captação dos leads, o tratamento e a conversão, tudo é feito de forma digital, com suporte humano para alguns pontos. A alma digital está na liderança da empresa desde sempre.

A gestão é olhada com visão de inovação. Não basta apenas ter ferramentas digitais como Google, RD Station, Facebook e um site e acreditar que a alma digital está na empresa. O que a Guiase faz é um trabalho para ser muito bem visto por todos, pois, como já dito, há a alma digital na gestão e a sua transformação digital já começou, onde os frutos serão colhidos em muito breve.

Transformação digital, o que é isso?

Segundo um estudo da Harvard Business Review, “a maioria das empresas quer a transformação digital e acaba com upgrades digitais, usando tecnologia digital para aumentar a e ciência em algo que a sua empresa já está fazendo. Por exemplo, aumentar seu gasto com marketing para canais digitais ou fazer upgrade nos sistemas de comunicação interna. Por outro lado, uma transformação digital ocorre quando você usa tecnologia digital para mudar o modo que você opera, especialmente em torno de interações com clientes e a maneira na qual o valor é criado, por exemplo, a Apple usando sua rede de desenvolvedores para criar software para seus dispositivos”.

Percebe a diferença que o mercado ainda não percebeu?

A sua empresa pode estar diante de um fato que vai revolucionar todo o modo com a qual opera e se bem feito, para muito melhor. Não basta apenas querer fazer a transformação, é preciso inovação, é preciso uma gestão de marketing digital eficiente e por fim olhar menos para ferramentas digitais e mais para uma gestão digital. A transformação digital não é algo que se faz do dia para a noite, é preciso tempo, investimento e conhecimento, mas mais do que isso, ou se tem uma alma digital, ou não se transforma nada, vai apenas investir mais em ferramentas digitais, e não é isso que precisa ser feito.

Mobile é inovação para a sua marca?

Provavelmente você deve estar lendo esse artigo de um dispositivo móvel: Smartphone ou Tablet. Estudos mostram que cerca de 70% dos acessos a um site, hoje, são via dispositivos móveis, sendo desses 70%, 90% são de smartphones. Hoje, o mobile, nas empresas ainda é encarado como inovação, ao passo, que ele deveria ser uma estratégia fixa dentro da gestão de marketing digital. O mobile, por exemplo, não é mais uma ferramenta digital, a não ser que a marca encare mobile como um simples APP que resume um site ou uma loja virtual no celular. Isso não é inovação digital e é o básico, mas a maioria das marcas não pensam no mobile.

Como as pessoas consomem internet?

Você já observou como as pessoas estão cada vez mais olhando para o smartphone enquanto andam, dirigem, estão no transporte público, aula, palestra, reunião de empresa… as pessoas estão mais digitais do que muitas empresas acreditam.

Um bom lugar para observar é o shopping. Nosso consultor de planejamento digital, Felipe Morais, sempre diz que “Shoppings são muito importantes para o varejo. Já reparou, como as lojas estão vazias, mesmo os shoppings cheios? O quanto as pessoas estão olhando seus smartphones e não as vitrines”. De fato, as pessoas estão o tempo todo observando a Internet. Redes Sociais, Buscadores, Comparadores, Aplicativos para chamar carros/taxi, enfim, todo o momento é momento. O Google tem um estudo que mostra que uma pessoa olha seu celular 150 vezes ao dia!

Smartphone quebrou paradigmas

Alma digital é entender de produtos, como já dito acima. Walter Longo, defende, que uma geladeira tem a mesma utilidade de 20 anos atrás, assim como um carro, um fogão e uma máquina de lavar. Na era que vivemos, onde a inovação é necessária diariamente e faz parte da alma digital, entender que os produtos podem aprender com os seres humanos é algo fantástico e pode mudar os rumos de marcas, empresas e até mesmo segmentos.

Os smartphones são o exemplo, que para Walter, perfeitamente demonstram esses novos rumos que a inovação deverá legar aos processos de gestão de marketing digital rumo a transformação digital. Perceba que o digital está em tudo, pois é assim que as marcas deverão pensar a partir de agora. Na verdade, já deveriam estar pensando assim há alguns anos.

O iPhone, por exemplo, é um computador na mão das pessoas. Ele foi evoluindo ao longo do tempo, foi aprendendo com os usuários. Aplicativos foram criados por uma rede gigantesca de pessoas que quer aprimorar a experiência com o smartphone. Samsung, Motorola, Asus entre outras seguiram esse conceito e com grande sucesso. Apesar do iPhone ser o smartphone mais desejado do mundo, no Brasil, 90% dos quase 200 milhões de smartphones ativos usam o sistema Android, do Google, ou seja, apenas 10% usam iOs, da Apple ou o Windows Phone. Acredita-se que apenas 8% dos smartphones no país usem iOs, ou seja, sejam iPhones, do 3 ao 7 Plus.

Hoje se acha aplicativo para tudo: Perder peso, mapa, ver vídeos, editar fotos, banco, games, Redes Sociais, filtros de fotos, silenciar chamadas indesejadas, isso sem contar com a infinidade de aplicativos de empresas como lojas, planos de saúde, marcas de carros entre outros.

Alma digital é para todo o tipo de empresa

Você pode estar chegando ao final desse artigo e pensando que no papel tudo isso é lindo, mas que a sua realidade são pequenas e médias empresas que não tem a alma digital. Basta lembrar que o que move o país são as pequenas e médias empresas, que empregam mais, geram mais renda e possibilitam que mais pessoas comprem, ou seja, se você faz campanha apenas para pequenas e médias empresas, saiba que está contribuindo muito para o desenvolvimento do país.

Mas alma digital é para todos. Alguns fatos são óbvios, mas se faz necessário relembrar. A Apple começou em uma garagem vendendo PCs para a loja de informática da esquina. O Google foi uma tese de mestrado de uma faculdade, o Facebook foi uma ideia roubada dentro de uma universidade, o Uber nasceu da necessidade de 2 pessoas de pegar um táxi em Paris, na chuva, e não conseguir. A Coca-Cola vende 37 garrafas no seu 1o ano. O Wal-Mart era um pequeno supermercado de bairro no interior dos EUA. E por ai vai. A mensagem aqui é: Nenhuma empresa começou gigante. Ela se tornou gigante, com inovação, gestão e transformações. Toda a empresa passa por transformação e agora é a era da transformação digital.

Não se cria a alma. Ou se tem, ou não tem. Mas as empresas de comunicação, sejam agências, consultorias ou qualquer outro tipo de fornecedor, que desejam fazer a transformação digital da marca que gerenciam, precisam ajudar a ter essa alma. O fornecedor digital tem como obrigação ter a alma digital, ou está no lugar errado.

Sugira uma gestão de marketing digital compartilhada. Seja o braço de inovação do cliente. Pare de pensar apenas em ferramentas digitais. Leve experiência e expertise ao seu cliente. Não importa o tamanho dele. A transformação digital pode ser, por exemplo, colocar um sistema de CRM de 9 dólares ao mês. Há soluções para todos os tamanhos de empresas e a Guiase está ao seu lado para isso.






Escrito por: Equipe Guia-se







Sua empresa tem alma digital?
Dê uma nota!


Deixe um comentário










Serviços

Confira os serviços que a Guia-se oferece




Criação de sites

saiba mais

Loja Virtual

saiba mais

Mídias  Sociais

saiba mais

Inbound Marketing

saiba mais

E-mail Marketing

saiba mais





Saiba mais sobre as nossas franquias de marketing digital

0800 Guia-se

Ligue gratuitamente e fale com um de nossos consultores

Ligue agora!

Fale conosco

Ou se preferir, preencha nosso formulário!

Enviar Mensagem


Fale com um de nossos consultores
X

Calma! Não vá embora ainda!

Nos ajude a entender melhor o que precisa.







Encontrou o que queria?


Foi fácil navegar?


Dê uma nota em nosso site


Quer falar com a gente?