05 set 2016

34ª Webshoppers afirma que o E-commerce cresceu 5,2%

Planejamento Estratégico








e-commerce

Maior participação das classes AB contribuiu para aumento do faturamento do E-commerce

E-commerce – A Ebit, empresa especializada em comércio eletrônico, divulgou a 34º edição do WebShoppers. O relatório é a principal análise sobre o setor no Brasil. Desta vez, as informações compreendem o primeiro semestre de 2016. Segundo o levantamento, as vendas on-line alcançaram o faturamento de R$ 19,6 bilhões. O montante representa um crescimento nominal de 5,2% em comparação ao mesmo período de 2015.

De acordo o WebShoppers, vários fatores podem ter influenciado este o aumento no volume financeiro, como:

  • Aumento do tíquete médio em 7% (de R$ 376,60 para R$ 403,46). Influenciado pela alta nos preços, conforme registro do Índice FIPE/ Buscapé.
  • Maior participação das classes AB. O percentual de consumidores com renda acima de R$ 8 mil subiu de 15,09% para 19,24%. A renda média familiar dos consumidores on-line aumentou em 11%, alcançando R$ 5.174.
  • Manutenção das vendas nas categorias  de “Eletrodomésticos” e “Telefonia/Celulares”.

Comportamento de consumo

O aumento de 31% em consumidores virtuais ativos – que realizaram pelo menos uma compra no período levantado – chegando a 23,1 milhões, também colaborou para o crescimento do setor. Assim como o aumento nas vendas por meio de dispositivos móveis. Estas compras representaram, em média, 18,8% das vendas totais realizadas no semestre.

“Mesmo que apresentando menor crescimento neste semestre, o E-commerce avança com taxas muito mais elevadas do que outros setores da economia. Esse ritmo não vai parar, porque cada vez mais os brasileiros entenderão que é possível realizar uma compra mais consciente pela internet, além de economizar com uma fácil comparação de preços”, explica o CEO do Buscapé Company, Sandoval Martins

No entanto, houve queda de 2% no volume de pedidos em comparação com 2015. No total, foram 48,5 milhões de encomendas em lojas virtuais. O aumento do desemprego e enfraquecimento das compras feitas pela classe C podem justificar essa queda. A categoria “Livros, Assinaturas e Apostilas” assumiu a liderança em volume de pedidos com 14%, seguida por “Eletrodomésticos” (13%), “Moda e Acessórios” (12%) – setor que estava a frente desde a primeira metade de 2013, “Cosméticos e Perfumaria /Cuidados Pessoais/Saúde” (12%) e “Telefonia/Celulares” (9%).

Expectativa para o segundo semestre

A projeção de crescimento da Ebit para o faturamento do e-commerce no ano de 2016 se mantém em 8%, segundo o levantamento. As vendas devem atingir o total de R$ 44,6 bilhões. A Ebit ainda estima que o otimismo dos consumidores devido às mudanças na política brasileira, a Black Friday e o Natal podem recuperar o volume de vendas. A estimativa é de 106,5 milhões pedidos esse ano. Já o faturamento deve continuar aumentando, uma vez que o tíquete médio pode atingir um valor médio de R$ 418.

Ciclo de compra na internet

A Ebit também divulgou uma pesquisa realizada com 7.809 consumidores, entre 3 de junho e 11 de julho de 2016, sobre o ciclo de compra na Internet. Segundo os entrevistados, o Celular/Smartphone foi o produto mais comprado nos últimos três meses, com 26% da preferência. Moda Feminina/Acessórios ficou com 19%, seguido de Moda Masculina/Acessórios (15%), Perfume (12%) e Esporte e Lazer (11%).

O levantamento verificou que, em média, as pessoas demoram 16 dias para tomar a decisão de adquirir um celular/smartphone. Além disso, 37% já buscam informações apenas na internet antes de fazer a compra. “Cada vez mais estamos vendo uma migração do consumo do varejo físico para o virtual. Isso porque, as compras on-line podem ser mais planejadas, pois possibilitam que o consumidor compare mais facilmente produtos e preços em diversas lojas, antes de fechar seu pedido. E isso lhe garante mais economia e satisfação”, assinala Guasti.

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Escrito por: Equipe Guia-se









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