09 ago 2017

Os Canais de Comunicação mais efetivos do Marketing Digital em 2017

Planejamento Estratégico




Os Canais de Comunicação mais efetivos do Marketing Digital em 2017
5 (100%) 1 vote




Os canais de comunicação digital estão sempre se aprimorando. Quanto mais você souber como trabalhar com esses canais de comunicação, melhores serão suas estratégias digitais.


Os canais de comunicação são o elo entre a marca e o consumidor. A essência do marketing, mostra que é preciso divulgar marcas e produtos para que o consumidor tenha uma consciência sobre o que está sendo vendido. Pode perceber, os produtos que mais estão fixados na mente dos consumidores são os que mais investem em mídia. Coincidência? Não acredite em coincidências.


Entre os canais mais usados no mercado digital, temos: Site, Mídias Sociais, Google e E-mail Marketing. Esses canais exigem tempo, dedicação e planejamento, antes de pensar em investir. Criar um site, não é o único canal a ser usado para a sua estratégia, mas ele ainda é o porto seguro para o consumidor. Quando ele quer saber mais sobre uma marca ou produto, ele vai atrás do site da empresa, por isso, não basta criar um site, é preciso ter um site ativo, com conteúdo atualizado periodicamente, tal qual nas mídias sociais, conteúdo, é o que move a internet.


Dentro de uma estratégia de marketing digital, os canais são uma parte do todo e não o todo, como algumas marcas pensam. Divulgar, como dito no começo do texto, é fundamental, mas o mais importante é saber o que e para quem comunicar. O canal é parte importante no final da estratégia de marketing digital.


Existe um passo a passo ideal para trabalhar bem os canais de comunicação? Existem metodologias, cada profissional ou agência tem, ou precisa ter, o seu, entretanto, o processo precisa ter pontos a serem contemplados: objetivo, público-alvo, mercado e estratégia. Feito isso, pode ser iniciado o plano tático.


Criar um site é o ponto, como já dito e aqui reforçado, principal para sua estratégia de marketing digital. Qualquer ação a ser feita no universo digital deverá ter como um dos pontos de sucesso o acesso ao site, mas esse não pode, nunca, ser a única chave de sucesso, ou KPI.


Os canais de comunicação podem ser divididos em 3 grandes grupos: Branding, Performance e Relacionamento. Basicamente, esses 3 grupos são os pilares táticos para a sua estratégia. Um canal, como Mídias Sociais, pode por exemplo, estar em 1, 2 ou 3? Com certeza. Email? Sim. Google? Talvez. Tudo depende da estratégia e do momento em que a marca está.


Cada pilar tem um objetivo claro:


Branding – Construção e fixação da marca na mente das pessoas

Performance – Vendas

Relacionamento – Entender consumidor antes, vender depois


No final, os 3 pilares tem o objetivo de vender, afinal, estamos falando de marcas capitalistas, mas cada pilar precisa ser trabalhado de uma forma única, que seja parte de uma estratégia bem amarrada e que gere na marca algo que vá além das vendas, afinal, não é de hoje que as marcas não mais vendem produtos e sim soluções para problemas de consumidores. Marcas como Google, Apple, Microsoft, Uber, Nubank, Amazon, WeWork, por exemplo, vendem propósitos para melhorar o mundo e isso, às vezes, é mais levado em consideração pelo consumidor, do que seus produtos. Aliás, essa é uma estratégia de branding cada vez mais usada para se relacionar com o consumidor, fixar marca em sua mente e depois vender os produtos.


Canais Branding:


Mídias Sociais: Muito importante para a construção de marca. Nem só de vendas se faz uma marca. É preciso saber o que o consumidor quer e como falar via Redes Sociais com esse consumidor. Cada Mídia Social tem seu DNA, ou seja, a forma com a qual se trabalha. Facebook, por exemplo, é possível usar todos os recursos visuais como foto, imagem, infográfico, som e texto, já o Instagram recursos visuais como foto e vídeo são os mais usados. Twitter o foco é o texto.

Blog: Nesse canal, o consumidor espera um conteúdo mais elaborado e há espaço para isso. As Mídias Sociais podem gerar tráfego para o Blog também, assim como, o Blog gerar acesso para o site. No fundo, os canais devem trabalhar de forma integrada. No blog, recursos como vídeo, imagem, som e fotos podem ser usados, para ilustrar a matéria, mas é preciso entender que o texto é o mais importante, pois além de ser para isso que o consumidor entrou no blog, para ler, é um canal muito importante para auxiliar a otimização do site no Google, melhorando os resultados de busca natural e com isso, exigindo menos investimentos em mídia paga.

YouTube: Vídeos institucionais podem ser algo muito chato ou muito interessante, depende do roteiro feito. Esse roteiro precisa ser uma mescla de: o que a marca precisa passar X o que o consumidor quer ouvir. Em média, o brasileiro assiste 10 minutos de vídeo/dia no YouTube, sendo 2 vídeos de 5 minutos. Vídeos de 4 a 5 minutos tendem a dar mais resultados, mas se o tema, assunto ou abordagem forem fracas nos primeiros 30 segundos, o consumidor fecha na hora. Não é necessário fazer uma super produção, os Youtubers estão provando isso, é preciso olhar direto para a câmera e falar o que é realmente relevante. Do contrário, o dinheiro é jogado fora.

Mídia Display: No Brasil, em média, a taxa de conversão de um banner não passa do 0,003%. A compra, normalmente, é feita por Custo Por Mil (CPM), ou seja, o anunciante paga a cada 1.000 que o banner aparece no portal/site onde a mídia foi comprada. Então, imagina que um bom resultado é saber que apenas 3 pessoas clicaram no banner a cada 1.000 vezes que o mesmo aparece. Por isso, não adianta nada comprar apenas 1 mil impressões. Dependendo do portal, 1.000 impressões demora 1 segundo para aparecer. Diante a esses resultados, usar esse canal como performance, não parece uma estratégia das melhores, entretanto, se apenas 30 pessoas clicam, 970 vão ver o banner, branding puro! Aqui pode ser uma mídia muito similar, no pensamento estratégico, a TV. Exposição de marca para a massa. Apenas para efeito de comparação um portal de grande acesso chega a ter, por dia, um número 50% superior a maior audiência da TV.

Mobile: Aplicativos podem ser usados para venda, mas é preciso entender que não são apenas para isso. Podem ser excelentes canais de relacionamento, mas é preciso de uma estratégia para tal. Branding nesse caso não é apenas para o consumidor ter o logo da marca em seu aparelho celular ou tablet, é preciso ser um canal de conhecimento de marca, produtos, serviços e propósitos. As Fintechs (financeiras tecnológicas) estão vindo com tudo para modificar a forma com a qual o consumidor se relaciona com as marcas via mobile. Fazer o consumidor baixar o aplicativo não é forçar que ele faça isso. Tenha sempre o site, nem que seja necessário criar um site só para isso, mas tenha uma versão web, porém, o mais importante não é o donwload. É o uso!

Inbound: Conteúdo é muito importante para fazer uma venda. Dentro dos canais do Inbound, o e-book é o mais usado, mas não único. Webinar, WhitePaper, Blog, Artigos, Revista Digital estão entre os canais a serem trabalhados. Ter um e-book, uma landing page é uma ferramenta de nutrição de leads não é uma estratégia de inbound, é um início, mas não é o que vai lhe trazer resultados. Tenha uma pessoa ou equipe que possa gerar conteúdo diário. Não adianta em nada fazer um e-book, passar um mês fazer um vídeo, mais 3 meses, um artigo. Essa estratégia precisa ser constante.


Canais de Performance:


Google: 92% das pessoas com acesso a internet acessam o Google pelo menos uma vez ao mês. Dentre os quase 120 milhões de pessoas com acesso a internet mensalmente no Brasil, quase 111 milhões acessam o Google. Apenas esse fator já seria a defesa perfeita para estar nessa mídia, mas entender o porque as pessoas acessam vale ainda mais para a estratégia. “Se não está no Google, não existe” uma frase que ganhou força nos últimos anos e cada dia ganha mais. Cerca de 95% das pessoas que acessam o Google não passam da 1a página, afinal, chega-se a ter 16 resultados para uma busca na 1a página, o suficiente para tirar qualquer dúvida. E o que isso significa? Que se a sua marca está em 1o, na 2a página, apenas 5% da audiência poderão ver. É uma grande perda. Isso é um tema já muito debatido, mas que na hora da execução parece ser deixado de lado, pois há marcas ainda que não acreditam que o Google é importante ou acham caro investir lá. Bem investido, é um dinheiro que retorna, mas não é jogar a campanha e esperar dar resultado, o que dá resultado no Google não é campanha, é a otimização da mesma.


ADS: FaceAds, YouTubeAds, LinkedInAd, TwitterAds. Todos os canais de Mídias Sociais tem suas plataformas de compras de mídias, as denominadas “Ads”. No próprio canal, o anunciante pode escolher a campanha e investir o quanto acha necessário. Segmentar público em alguns, outros não tem como ainda, subir as peças da campanha e ir analisando o desempenho dia a dia. Os apelos promocionais são muito usados nesse momento, pois é preciso impactar o consumidor nas Redes Sociais e fazer com que ele converta, seja para lojas virtuais – que usam e abusam desse recurso – ou para sites institucionais onde as vezes, o objetivo é ampliar conhecimento de produto (que pode ser uma estratégia de branding também).


Mídia Programática: Esse é um tipo de mídia que está ganhando cada vez mais força nas agências, pois é possível, através de ferramentas próprias para esse estudo, apresentar banners em sites que tem maior aderência ao público, de acordo com o conteúdo do site e navegação de perfis de usuário. Esse tipo de mídia tem dado um resultado muito alto para as empresas, mas é preciso, como no Google, monitorar dia a dia e ir otimizando as campanhas.


Remarketing: Impactar o consumidor é algo que as mídias já fazem, mas o Remarketing ou retargeting, é o impacto para o consumidor que já se interessou pelo produto. E-commerce usa muito esse recurso, mas sites institucionais podem usar também. Essa estratégia também não é apenas colocar uma verba no Google ou em empresas especializadas e esperar dar o resultado. É preciso controlar pois alguns erros básicos têm sido cometido por grandes marcas. Por exemplo, se o Remarketing é de um produto, é preciso que ao clicar, o consumidor, seja direcionado a página do produto. Se possível na página de conversão, como compra no e-commerce, por exemplo.


Afiliados: É possível trabalhar com afiliados para venda de produtos ou serviços. Afiliados pode ser uma estratégia de branding também, no caso de um lançamento de produto, por exemplo, mas é uma estratégia muito mais usada para focar em vendas, uma vez, que os programas de afiliados acaba remunerando o afiliado por vendas feitas. Há diversas plataformas disponíveis no mercado que unem marcas, produtos com afiliados. O trabalho de divulgar é do afiliado que gera relevância para a sua audiência e converte.


Geolocalização: O uso de mapas nos smartphones é cada vez maior. Está entre os 5 itens que o consumidor mais realiza no mobile. Esses mapas mostram a localização exata do consumidor, que se triangulado com a localização de lojas físicas pode ser um canal para estimular vendas. O consumidor está passando na frente da loja, por exemplo. Através de sistemas é possível saber até se o consumidor pesquisou no site ou o produto que essa loja vende. Isso é uma venda rápida de alto impacto, que ainda é pouco usada no dia a dia.


Canais de relacionamento:


E-mail Marketing: Mandar o mesmo email para toda a base não dará nenhum relacionamento. Vai gerar vendas, claro, mas o email não é apenas para isso. No e-mail, a marca pode, por exemplo, realizar uma pesquisa de comportamento ou satisfação de compra. O e-mail, precisa ser customizado, oferecer ao cliente o que ele realmente deseja e não o que a marca quer vender. Na verdade, nesse caso é preciso ter um equilíbrio: o que a marca quer vender X qual consumidor está disposto a comprar aquele produto. Não tem problema em disparar 10, 12 artes de e-mail por dia, desde que seja para 10 a 12 grupos diferentes de pessoas.

Newsletter: Pode ser uma estratégia de Inbound e é importante. Nesse caso é uma venda mostrando para o cliente as vantagens do produto, mas sem ser algo só vendedor e sim orientador. É possível, por exemplo, enviar uma Newsletter mostrando 10 dicas de como cuidar bem do pneu do carro e no final oferecer ao consumidor um desconto para comprar um pneu. Não é vender o pneu, é educar o consumidor a consumir melhor.

Chat online: Chatbot é a onda do momento. De fato, esse canal é importante para a relação com o consumidor. Brasil, país latino, as pessoas desejam mais calor para a venda, aliás, esse é uma das barreiras para o crescimento do e-commerce no Brasil, onde apenas 30% da população nacional compra online, ao passo que quase 60% já acessa a internet, as pessoas querem comprar com mais tranquilidade e ouvir uma outra opinião para efetuar uma compra, por isso, o chat é importante, é o vendedor online que fala e responde as dúvidas do consumidor. Os chatbots são ferramentas que estão, ainda sendo testadas, mas que vai eliminar a necessidade de Call Center. O pensamento é simples. Uma pessoa tem capacidade de atender no máximo 2 pessoas ao mesmo tempo (Telefone e Chat). O Chatbot não tem limite, ele poderá atender 5 mil ligações e chat simultaneamente.

Webinars: Cursos online usam muito esse recurso para que o aluno conheça mais sobre o curso e professor e se interesse em fazê-lo, mas as marcas podem, e devem, usar esse recurso. Por exemplo, para o consumidor se sentir mais seguro de uma compra, de um carro, por exemplo, um mecânico poderá ser contratado pela marca para falar sobre o carro, podendo ser explícito – marca patrocinando – ou uma ação junto a um portal de notícias que não dê a sensação de ser algo pago, como são feitos campanhas com depoimentos. É possível fazer pesquisas com consumidores, ouvindo-os de forma franca sobre produtos e serviços.

Questionários online: O próprio Google tem uma ferramenta gratuita para criar formulários onde as marcas podem rapidamente criar uma pesquisa e disparar em seus canais de comunicação, como e-mail, home do site, Mídias Sociais ou até patrocinar algumas palavras para gerar mais audiência na pesquisa. Se preciso, pode se criar um site ou uma landing page, apenas para essa ação. Quanto mais se ouve o consumidor, melhor será o serviço ou produto, mas como Bill Gates diz, o melhor mesmo, é ouvir os ex-consumidores, eles que ajudaram o produto a melhorar.






Escrito por: Equipe Guia-se







Os Canais de Comunicação mais efetivos do Marketing Digital em 2017
5 (100%) 1 vote


Deixe um comentário










Serviços

Confira os serviços que a Guia-se oferece




Criação de sites

saiba mais

Loja Virtual

saiba mais

Mídias  Sociais

saiba mais

Inbound Marketing

saiba mais

E-mail Marketing

saiba mais





Saiba mais sobre as nossas franquias de marketing digital

0800 Guia-se

Ligue gratuitamente e fale com um de nossos consultores

Ligue agora!

Fale conosco

Ou se preferir, preencha nosso formulário!

Enviar Mensagem


Fale com um de nossos consultores
X

Calma! Não vá embora ainda!

Nos ajude a entender melhor o que precisa.







Encontrou o que queria?


Foi fácil navegar?


Dê uma nota em nosso site


Quer falar com a gente?


Please leave this field empty.