Setembro 19, 2007
GANHAR DINHEIRO NA INTERNET
Sim! ainda é possível entrar no jogo do e-commerce e ganhar dinheiro na Internet.
Existem duas preocupações equivocadas entre futuros, ou quase futuros candidatos ao sucesso no e-commerce. A primeira é que o momento de ganhar dinheiro na Internet já passou, e que somente as empresas que se instalaram no início da internet é que tem chance de ainda ganhar esse jogo. Não é verdade, ainda existem nichos de mercado muito interessantes para quem quer ganhar dinheiro com e-commerce e que estão lá, prontinhos para serem explorados.
A outra preocupação dos pequenos empreendedores na Internet é a concorrência. A grande concorrência. Muitos apostam que no futuro só poderão ganhar dinheiro na Internet duas ou três livrarias gigantes, duas ou três lojas de CDs imensas, e assim por diante. O sucesso e a velocidade de crescimento de uma Amazon.com, por exemplo, tem levado muitos a desistir da corrida. Mas será que o pequeno e médio empreendedor também não poderá ganhar dinheiro nesse novo mercado chamado Internet?
Por que as pessoas ainda compram frios em mercearias, frutas e verduras em quitandas ou bebem cerveja no bar da esquina? Em muitos casos comprar no bar da esquina pode ser mais caro do que fazer compras em grandes supermercados. Mas os pequenos sobrevivem porque podem oferecer algo que os grandes não podem. Você pode dizer que é o tratamento personalizado, produtos mais frescos, bebida gelada, ou seja lá o que for, mas a verdade é que cada pequeno bem sucedido encontrou algo que o gigante não podia oferecer e aí passou a competir com chances. Isso, com certeza, também é válido para a Internet.
Acreditamos que será difícil para um livreiro concorrer com empresas como a Amazon.com, mas se ele for especialista em um certo nicho, vender livros de um determinado assunto, e oferecer informações e suporte que o gigante não consiga oferecer, certamente conquistará seu lugar na Internet e poderá, também ganhar dinheiro.
Pense naquele feirante que consegue atrair toda a freguesia do bairro, enquanto seu colega do lado, mesmo vendendo a mesma coisa, não faz o mesmo sucesso: um consegue ganhar dinheiro, o outro não. É a pessoa, o tratamento, a conversa e as características, impossíveis de serem transferidas, que fazem um comércio ser diferente de outro. Assim como acontece na feira, acontece na Internet: as mesmas regras valem para se fazer notar entre milhões de “barracas” virtuais. Não basta vender o produto na Internet, é preciso que o vendedor “se venda”.
É a imagem do negócio que fará a diferença. E na hora de se fazer conhecido, o e-commerce dá recursos para que o pequeno criativo consiga se promover na Internet, fazendo muito barulho com pouco recurso.
fonte: IDG now
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Setembro 19, 2007
Por que as empresas estão investindo na Internet?
Dailton Felipini
Para quem vive o cotidiano da Internet, como é o caso das empresas ponto-com, justificativas para investir nesse novo canal podem parecer estranhas. Mas para as empresas tradicionais, já com um bom tempo de mercado e de sobrevivência à crises e modismos, vale a pena rever alguns pontos fundamentais que tornam a não presença na Internet quase que uma não alternativa. Vejamos.
A Internet veio para ficar. A possibilidade das pessoas e empresas poderem se comunicar, interagir e transacionar através da rede mundial de computadores é uma das faces de uma mudança estrutural em nossa sociedade, uma mega-tendência chamada “Era da Informação”, onde cada vez mais, a informação digitalizada, passa a ocupar um papel central em nossas interações sociais e em nosso dia a dia. Cada vez menos usamos papel e tinta para se comunicar, e mais texto digitado no computador e enviado em segundos na forma binária de Zeros e Uns. (lembra-se da última vez que você escreveu uma carta e colocou no correio?) Cada vez menos usamos dinheiro para transacionar mercadorias e sim informações de débito e crédito em nossas contas e cartões. E vai por ai afora. O mundo está mudando e não existe mais a possibilidade de voltar ao estado inicial. Uma empresa que não compreender, se adaptar, e usar essas mudanças a seu favor, corre o risco de se tornar sucata rapidamente, na esteira daquele ditado que diz: “A Internet é como um enorme trator com o seu rolo compressor assentando o novo asfalto; ou você está em cima do trator ou…”
A Internet representa uma revolução cultural também dentro das empresas. Ao romper barreiras geográficas e temporais, a Internet possibilita aos funcionários e dirigentes trocarem dados, informações, decisões e conhecimento de forma fantasticamente mais ágil, entre si e também, com seus fornecedores, revendedores e clientes, criando uma nova cultura digital. Nessa nova cultura, fatores como a distância e tempo tendem a ser cada vez menos relevantes. Apenas digitando algumas teclas do computador pode-se mandar um boletim para milhões de clientes espalhados pelo globo. Se você necessita de um software para o departamento de engenharia de sua empresa, pode comprá-lo de um fornecedor situado no Índia e pagar, receber, instalar e começar a usar, sem sair de sua cadeira. Seu funcionário, ou mesmo você, pode-se fazer aquele treinamento de sua casa no sábado a noite, de pijamas, enquanto sua família assiste a TV na sala ao lado… as possibilidades são ilimitadas. Ganhando-se tempo e agilidade nas interações, ganha-se melhor desempenho, o que fatalmente vai refletir-se no resultado da empresa.
A internet possibilita ganhos para seu cliente, e se ele ganha.. Desde que o homem começou a transacionar, passando pelo surgimento do Marketing, sabe-se que a longo prazo o que efetivamente importa é o atendimento eficiente das necessidades do cliente. Se ele está satisfeito, você tem um negócio vencedor. Pois a Tecnologia e as facilidades da Internet abrem um importantíssimo canal de interação com seus clientes, atuais e futuros. Através da Internet pode-se buscar novos clientes, pode-se conhecer melhor os hábitos e comportamento de seu clientes atuais de forma até a antecipar suas necessidades, pode-se fazer atendimento personalizado a centenas de milhares de consumidores, naquilo que se chama customização em massa, (“Monte seu computador, pela Internet, com a configuração que quiser e lhe entregaremos em sua casa”). Pode-se atendê-lo melhor (“Veja aqui o andamento de seu pedido”). Enfim, pode-se gerar muito mais valor para o cliente de forma mais fácil e econômica, o que, inclusive, é extremamente saudável na medida em que possibilita às pequenas empresas uma disputa mais equilibrada pelo mercado.
Estar on-line. Tudo isso, sem contar o fato que estar na Internet, é estar 24 horas no ar, sete dias por semana, durante todo o ano, como uma espécie de antena de alcance global. Pronta para trocar informações, a um custo baixíssimo, com um mercado mundial crescente de mais de meio bilhão de internautas pertencente às camadas de renda mais altas da população. Para finalizar, poderíamos dizer que a questão colocada agora para as empresas já não é mais: investir ou não na Internet. A questão é: que tipo de utilização será priorizada inicialmente de forma a maximizar o retorno desse investimento. E é essa questão que iremos discutir a partir do próximo artigo, quando iremos mostrar as principais aplicações da Internet e que tipo de benefícios elas podem gerar para as empresas.
Dailton Felipini. é Mestre em Administração pela Fundação Getúlio Vargas e professor de ecommerce na Universidade Ibirapuera. Autor de vários ebooks e editor dos sites: www.e-commerce.org.br e www.abc-commerce.com.br
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Setembro 19, 2007
CONHEÇA EXTENSÕES DE ARQUIVO PERIGOSAS E EVITE BAIXÁ-LAS NA INTERNET
Tenha cuidado se você receber um e-mail com arquivos de extensões .cmd, .bat, .scr ou .exe; pense duas vezes antes de abri-los. Você pode estar muito próximo de um código malicioso que, se aberto, será instalado no seu computador.
De acordo com especialistas de segurança, os arquivos acima são os mais usados por crackers para infectar sua máquina. Eles são propagados através de phishings, e-mails que se aproveitam de situações atuais, como promoções de telefonia, para espalhar textos seguidos por um link.
Ao invés de anexar arquivos suspeitos, que os servidores de e-mail bloqueiam, os phishings direcionam o usuário a um site onde o vírus é baixado. A maioria dos arquivos disponíveis para download nos sites possuem as extensões .cmd, .bat, .scr ou .exe.
.cmd e .bat: o usuário executa scripts conhecidos como arquivos batch. A principal propriedade destes tipos de arquivos é automatizar tarefas. Eles permitem que o cracker roube dados do usuário.
.scr: se refere a protetores de tela, o que facilmente confunde o usuário e o leva a confiar no download do arquivo. O vírus é ativado assim que a proteção de tela é executada no computador.
A mais reconhecida entre as extensões - e ainda disseminada -, é a .exe. Apesar de saber o perigo óbvio de arquivos executáveis, quando convencido, o usuário não dá atenção à extensão do anexo que está baixando.
.url: é um arquivo de atalho para uma página da internet e não é bloqueado pelos servidores.
Os arquivos citados são, em sua maioria, cavalos-de-tróia e keyloggers. O primeiro abre a máquina para o atacante. O segundo identifica e grava tudo que é digitado, para posteriormente enviar os dados para o criminoso mal intencionado.
Fique também atento aos .vbs, .ws e outros
Embora menos recorrentes na atualidade, há algumas extensões que ainda são utilizadas pelos crackers.
.vbs e .ws: atuam como executáveis e podem iniciar downloads de arquivos maliciosos na máquina afetada. Raramente são enviados como anexos em e-mails, pois são reconhecidos e excluídos.
“.doc, .xls, .mdb e .ppt”: é quase extinto. Nestes documentos do Microsoft Office costumavam aparecer vírus de macro. Mas, assim como o .com, baseado no MS-DOS, estão com os dias contados, já que são rastreados e identificados pelos antivírus.
É importante que a máquina possua métodos de prevenção para que estas e outras extensões vítimas de códigos mal intencionados sejam identificadas.
Truques de invasão
Assim como na vida real, ao roubar informações, o cracker é silencioso. Ele não faz nada que chame a atenção. O arquivo não irá apagar coisas, vai ficar escondido.
Para reter o usuário e convencê-lo a baixar o arquivo malicioso, são produzidos sites idênticos aos originais, clones que não são identificados como fraudes. Lá, o cracker acompanha todas as ações do usuário, uma vez que já instalou um cavalo-de-tróia e um keylogger.
Os programas de mensagem instantânea também tem sido alvo dos criminosos. O cracker pode utilizar o arquivo malicioso já instalado no computador de um usuário para enviar mensagens aos contatos, com um link. Eles são mais rápidos e geralmente as empresas não os controlam. As pessoas geralmente clicam imediatamente, por curiosidade.
O erro mais comum dos usuários, por mais simples que pareça, é de leitura. Quando o download termina, você pode abrir a pasta ou executar o arquivo. Geralmente a pessoa executa direto, sem sequer ler a extensão.
Não se deixe enganar
Muitas extensões não são reconhecidas pelos usuários ao visualizarem os arquivos. O Windows, por exemplo, oculta a última extensão de um arquivo. Ou seja, se o atacante renomear o cadastro.exe como cadastro.txt.exe, o sistema irá apresentar apenas a extensão .txt, uma vez que o sistema operacional oculta a última por padrão.
Para visualizar o nome completo do arquivo, a configuração é simples. No Windows Explorer (ou Meu Computador), vá em Ferramentas e clique em Opções de Pasta. Na janela que irá abrir, clique em Modos de Exibição. Desmarque o item ocultar as extensões dos tipos de arquivos conhecidos.
Fonte: IDG Now! Segurança - Ataques e Ameaças
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Setembro 19, 2007
MULHERES REPRESENTAM 45% DOS CONSUMIDORES ONLINE NO BRASIL
A participação das mulheres no volume de compras da internet brasileira cresceu de 37% em 2000 para 45% dos 8,1 milhões de consumidores online, no primeiro semestre deste ano.
Embora a presença das mulheres nas compras virtuais tenha crescido nos últimos sete anos, o público feminino gasta menos do que o masculino quando vai às compras virtuais. Nos primeiros seis meses do ano, o tíquete médio das mulheres foi de 251 reais, enquanto os homens gastaram uma média de 331 reais na internet.
As mulheres são responsáveis pela maioria dos pedidos de livros na internet brasileira. A categoria ainda ocupa o primeiro lugar em volume de vendas no e-commerce com 17% de participação, seguida por Informática (13%) e Eletrônicos (10%).
As mulheres concentram suas compras em ítens de Cuidados Pessoais, Moda e Acessórios, e Cama, Mesa e Banho, onde registram uma média de gastos de 210 reais. Já os homens apresentam um gasto médio de 556 reais em compras online concentradas nos segmentos de Eletrônicos, Eletrodomésticos e Informática.
Em um comparativo com base das compras online efetuadas de janeiro a dezembro de 2006, a participação feminina nas compras de produtos de Saúde e Beleza foi de 63%, contra 37% do público masculino. No segmento de Vesturário e Acessórios, as mulheres efetuaram 57% das compras e os homens 43%.
Já nos segmentos de Informática e Eletrônicos, o público masculino registrou 75% e 68% de participação, respectivamente.
Fonte: PC WORLD - UOL
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