Agosto 12, 2010

Brasil é o país que navega por mais tempo na rede, diz Ibope

Thais Sabino
Direto de São Paulo
Com 67,7 milhões de usuários conectados na internet, o Brasil é o país que lidera em ‘horas gastas’ de navegação na rede. Os brasileiros ficam em média 45 horas por mês na web, seguidos pela Inglaterra (43 horas) e Estados Unidos (40 horas). As informações foram apresentadas pela CEO do Ibope/Nilsen, Fábia Juliasz, na palestra “Internet Brasileira: um case de sucesso”, no evento “15 anos de internet - não dá pra viver sem”.

Promovido pela Interactive Advertising Bureau Brasil (IAB) nesta quinta em São Paulo, o evento reúne profissionais de comunicação, marketing e publicidade para discutir e relatar o que os brasileiros estão fazendo na rede.

De acordo com a pesquisa apresentada pela CEO do Ibope, 70% da população utiliza a internet, ocorrendo um crescimento nas classes C, D e E. “Apenas 15 meses após o lançamento do Orkut, em 2004, metade dos brasileiros já tinham perfil cadastrado na plataforma”. disse Fábia, que ainda vai dar em breve detalhes da pesquisa, como período de realização e número de entrevistados.
Sobre o conteúdo na web, a CEO disse que 81% dos entrevistados se importam com a qualidade da informação e não onde ela está publicada. “O uso das redes sociais é tão global quanto a Copa do Mundo” disse.
O perfil do usuário é adulto, masculino, entre 20 e 50 anos. A maioria das pessoas acessa internet de casa e usa a rede para trocar mensagens instantâneas.
Na parte de publicidade online, a pesquisa revela que, entre 2003 e 2009, as campanhas publicitárias na internet cresceram 93%. “A previsão é que as redes sociais funcionem cada vez mais como ferramenta para escutar o consumidor. Será um novo business chamado CRM 2.0″ disse Fábia.

Terra

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Fevereiro 9, 2009

Um pouco sobre comércio eletrônico

o comércio electrónico, não se trata de distribuir bens e serviços de graça, nem de ter um papel importante no acesso à informação, para a felicidade dos utilizadores. Não. Essa é uma outra Internet, a qual existirá sempre dentro de nós, os que seguem e respeitam os princípios da Netiqueta, os que, apesar de tudo, também usam e precisam da Internet comercial. Duas realidades na mesma rede das redes. O comércio eletrônico não tem a ver com a colaboração, ou associação que caracterizou a Internet dos primeiros anos. O comércio eletrônico tem a ver com negócio - puro e simples.

Apenas o meio é diferente. E é diferente no modo como se anuncia e sobre tudo como se informa sobre os bens, como trata, ou satisfaz o cliente, no modo como processa o pagamento e resolve o envio da mercadoria, ou serviço, a quem comprou. É diferente no modo como se considera o cliente!

A diferença entre comércio e comércio eletrônico está pois na adaptação, ao novo meio de comunicação, das velhas técnicas e regras de ganhar dinheiro.

Antes de mais nada, é importante saber o que é que se vai vender e uma vez em pleno conhecimento dessa idéia começar a organizar um plano de ação.

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Julho 21, 2008

Vírtua cresce 61% em 12 meses, diz NET

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Outubro 16, 2007

Crescimento da Internet

Comércio eletrônico cresce 49% no primeiro semestre de 2007   
 
O comércio eletrônico movimentou pouco mais de R$ 2,6 bi no primeiro semestre de 2007 (com exceção de passagens aéreas, automóveis e sites de leilão). Este valor superou em quase 5% a expectativa inicial da e-bit e representa um crescimento nominal de 49% em relação ao primeiro semestre de 2006.  

De acordo com a pesquisa de comércio eletrônico realizada pela e-bit é possível observar que três fatores foram os grandes responsáveis por essa alta. O maior volume de vendas – 45% acima do resultado de 2006 – impulsionado pela entrada de novos e-consumidores (em dezembro de 2006, no Brasil, cerca de 7 milhões de pessoas já tinham experimentado a comodidade de comprar sem sair de casa, hoje já são mais de 8 milhões de pessoas que fizeram pelo menos uma compra pela rede). Além disso, o aumento da freqüência de compras por “usuários” mais experientes aliado à escolha de produtos com maior valor agregado nos carrinhos dos e-consumidores, colaborou e muito para o crescimento. Para se ter idéia, somente em maio desse ano, cerca de 11% das pessoas responderam que realizaram mais de dez compras nos últimos seis meses.

E, se os e-consumidores compraram mais, eles também gastaram mais no primeiro semestre de 2007. A média do valor gasto nas lojas virtuais nesses seis primeiros meses do ano ficou em R$ 296, aproximadamente 3% acima do registrado em 2006, mesmo com deflação de 1,92% no canal web conforme levantado pelo índice e-flation do Provar (Programa de Administração do Varejo da USP e o Canal Varejo).

O mês de maior faturamento no 1º semestre foi Maio. O mês em que se comemora o Dia das Mães representou cerca de 19% do faturamento do semestre e registrou o maior número de vendas contabilizando mais de 1,6 milhões de pedidos. Os produtos mais escolhidos para presentear as mães foram Livros, Informática e Eletrônicos representando 15%, 11% e 9% respectivamente.

O balanço do semestre indica que o setor de e-commerce está crescendo e conquistando cada vez mais novos clientes. Cerca de 19% dos e-consumidores efetuaram sua compra na internet pela primeira vez. O índice de satisfação e-bit/PwC no semestre é de 87,15% sendo um dos maiores desde sua criação em 2000.

“E, se cliente satisfeito é um indício de que as lojas virtuais têm correspondido às expectativas dos e-consumidores, esse fato pode ser comprovado quando vemos que 84% dos adeptos às compras virtuais disseram que voltariam a comprar na mesma loja onde já efetuaram alguma compra”, complementa Pedro Guasti, diretor-geral da e-bit.

Previsão Natal

E não pára por aí! Como em todos os anos, o Natal é a data mais aguardada pelos varejistas que aproveitam esse período para alcançar altos índices de faturamento e, até mesmo, recorde em vendas.

Assim, o período do Natal que vai de 15/11 a 23/12 para as lojas virtuais, deve vender algo em torno de R$ 1 bilhão, o que representa um crescimento nominal de 45% em relação ao mesmo período de 2006. O valor do tíquete médio deve ficar por volta de R$ 300 reais.

No ranking dos produtos mais vendidos, a “disputa” pelo topo deve ficar ainda mais acirrada, já que a escolha por produtos de maior valor agregado (tíquete médio alto) como Eletrônicos, Informática e Telefonia Celular, tem aumentado significativamente em detrimento da antiga preferência por produtos mais baratos como Títulos de CD, DVD e Vídeo.

Enfim, o primeiro semestre de 2007 já se foi e o tempo começa a apontar para mais um final de ano movimentado no comércio eletrônico brasileiro.

Até agora, todos os indicadores tanto de satisfação dos clientes, quanto do faturamento, tíquete médio e cumprimento dos prazos de entrega, apontam para um crescimento nominal de 45% em relação a 2006, o que significa um faturamento de R$ 6,4 bilhões até o final do ano.

Raio-X do 1° Semestre 2007

Faturamento - R$ 2,6 bi
 
Tíquete Médio - R$ 296,00
 
Crescimento nominal em relação a 2006 -  49%
 
Produtos mais vendidos*
Livros – 17%
Informática – 13%
Eletrônicos – 10%
 

* Participação por quantidade de pedidos
Fonte: e-bit Informação (www.ebitempresa.com.br)
Período: 01/01/2007 a 30/06/2007
 

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Outubro 16, 2007

O bom momento para sites…

Um bom momento para sites de conteúdo
Dailton Felipini  

Sites de conteúdo são sites focados em um tema ou público específico, tais como: jardinagem, economia, culinária, futebol, artes, e uma infinidade de outros assuntos de interesse. Nesses sites, o internauta encontra conhecimento, fóruns de debates, dicas úteis, além de poder interagir com outras pessoas de interesse semelhante, sempre em torno de um tema central. No início da Internet, os sites de conteúdo eram tão badalados quanto as lojas virtuais, mas com a quebra generalizada de empresas “pontocom”, ocorrida em 2000, eles se tornaram as  principais vítimas do descrédito em relação ao e-commerce. Agora, as mesmas condições que possibilitaram o firme crescimento das lojas virtuais sopram ventos favoráveis em direção a esse tipo de sites. A principal delas é o fato de já possuirmos cerca de 33 milhões de pessoas com acesso à Internet no Brasil, um espantoso crescimento superior a 2.500% em apenas dez anos. Além dessa massa crítica, outro fator positivo é o próprio amadurecimento do setor, que hoje tem know-how para oferecer ao internauta condições seguras e agradáveis de navegação e compra na Internet. O modelo de negócio do site de conteúdo é relativamente simples e envolve as seguintes etapas:

Escolher um tema específico. Dentre os mais de trinta milhões de internautas é bem provável que uma parcela tenha interesse no tema escolhido. Uma estimativa do  tamanho do nicho de mercado deve ser realizada no momento de escolher o tema;

Desenvolver um bom conteúdo sobre o assunto focado, renovando-o regularmente com informações úteis e atualizadas;

Fomentar o surgimento de uma comunidade de valor composta por pessoas que voltarão regularmente ao site em busca de informação, interação com outros internautas ou entretenimento;

Oferecer espaço para fornecedores de produtos de qualidade relacionados ao tema.

Para o sucesso desse modelo de negócio todos os participantes devem estar satisfeitos: o usuário deve receber gratuitamente conteúdo de qualidade, o fornecedor deve ter acesso a um público direcionado com potencial interesse em seu produto e o site deve receber uma parte da receita gerada por meio de venda de anúncios, patrocínio ou afiliação que o torne viável. Naturalmente, como em qualquer outro negócio, nem tudo são flores, é necessário trabalhar duro. O desenvolvimento e a manutenção de um bom conteúdo demandam  pesquisa para geração de conhecimento, ou custo, caso isso seja terceirizado. Outro fator crítico de sucesso é a necessidade de geração de um grande volume de tráfego. Cerca de 30 mil visitas por mês é um volume razoável para começar a monetizar o site, mas o sistema vai engrenar de verdade a partir de um volume de centenas de milhares de visitas. Finalmente, a escolha dos parceiros fornecedores é outro fator determinante para o sucesso. Melhor ter poucos fornecedores de produtos de qualidade do que centenas oferecendo lixo pois a imagem do site perante os internautas estará sempre associada à de seus parceiros.

O assunto é vasto demais para ser aprofundado em um simples artigo, mas merece uma atenção especial do empreendedor. Voltaremos a ele em outra oportunidade.
 
Dailton Felipini. é Mestre em Administração pela Fundação Getúlio Vargas e professor de Comércio Eletrônico  na Universidade Mackenzie. É editor dos  sites: www.e-commerce.org.br  e   www.abc-commerce.com.br  e autor de cinco eBooks  sobre Comércio Eletrônico.
 

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Setembro 19, 2007

Ganhar com Internet?

GANHAR DINHEIRO NA INTERNET

Sim! ainda é possível entrar no jogo do e-commerce e ganhar dinheiro na Internet.

Existem duas preocupações equivocadas entre futuros, ou quase futuros candidatos ao sucesso no e-commerce. A primeira é que o momento de ganhar dinheiro na Internet já passou, e que somente as empresas que se instalaram no início da internet é que tem chance de ainda ganhar esse jogo. Não é verdade, ainda existem nichos de mercado muito interessantes para quem quer ganhar dinheiro com e-commerce e que estão lá, prontinhos para serem explorados.

A outra preocupação dos pequenos empreendedores na Internet é a concorrência. A grande concorrência. Muitos apostam que no futuro só poderão ganhar dinheiro na Internet duas ou três livrarias gigantes, duas ou três lojas de CDs imensas, e assim por diante. O sucesso e a velocidade de crescimento de uma Amazon.com, por exemplo, tem levado muitos a desistir da corrida. Mas será que o pequeno e médio empreendedor também não poderá ganhar dinheiro nesse novo mercado chamado Internet?

Por que as pessoas ainda compram frios em mercearias, frutas e verduras em quitandas ou bebem cerveja no bar da esquina? Em muitos casos comprar no bar da esquina pode ser mais caro do que fazer compras em grandes supermercados. Mas os pequenos sobrevivem porque podem oferecer algo que os grandes não podem. Você pode dizer que é o tratamento personalizado, produtos mais frescos, bebida gelada, ou seja lá o que for, mas a verdade é que cada pequeno bem sucedido encontrou algo que o gigante não podia oferecer e aí passou a competir com chances. Isso, com certeza, também é válido para a Internet.

Acreditamos que será difícil para um livreiro concorrer com empresas como a Amazon.com, mas se ele for especialista em um certo nicho, vender livros de um determinado assunto, e oferecer informações e suporte que o gigante não consiga oferecer, certamente conquistará seu lugar na Internet e poderá, também ganhar dinheiro.

Pense naquele feirante que consegue atrair toda a freguesia do bairro, enquanto seu colega do lado, mesmo vendendo a mesma coisa, não faz o mesmo sucesso: um consegue ganhar dinheiro, o outro não. É a pessoa, o tratamento, a conversa e as características, impossíveis de serem transferidas, que fazem um comércio ser diferente de outro. Assim como acontece na feira, acontece na Internet: as mesmas regras valem para se fazer notar entre milhões de “barracas” virtuais. Não basta vender o produto na Internet, é preciso que o vendedor “se venda”.

É a imagem do negócio que fará a diferença. E na hora de se fazer conhecido, o e-commerce dá recursos para que o pequeno criativo consiga se promover na Internet, fazendo muito barulho com pouco recurso.

fonte: IDG now
 

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Setembro 19, 2007

Arquivos maliciosos

CONHEÇA EXTENSÕES DE ARQUIVO PERIGOSAS E EVITE BAIXÁ-LAS NA INTERNET

Tenha cuidado se você receber um e-mail com arquivos de extensões .cmd, .bat, .scr ou .exe; pense duas vezes antes de abri-los. Você pode estar muito próximo de um código malicioso que, se aberto, será instalado no seu computador.

De acordo com especialistas de segurança, os arquivos acima são os mais usados por crackers para infectar sua máquina. Eles são propagados através de phishings, e-mails que se aproveitam de situações atuais, como promoções de telefonia, para espalhar textos seguidos por um link.

Ao invés de anexar arquivos suspeitos, que os servidores de e-mail bloqueiam, os phishings direcionam o usuário a um site onde o vírus é baixado. A maioria dos arquivos disponíveis para download nos sites possuem as extensões .cmd, .bat, .scr ou .exe.

.cmd e .bat: o usuário executa scripts conhecidos como arquivos batch. A principal propriedade destes tipos de arquivos é automatizar tarefas. Eles permitem que o cracker roube dados do usuário.

.scr: se refere a protetores de tela, o que facilmente confunde o usuário e o leva a confiar no download do arquivo. O vírus é ativado assim que a proteção de tela é executada no computador.

A mais reconhecida entre as extensões - e ainda disseminada -, é a .exe. Apesar de saber o perigo óbvio de arquivos executáveis, quando convencido, o usuário não dá atenção à extensão do anexo que está baixando.

.url: é um arquivo de atalho para uma página da internet e não é bloqueado pelos servidores.

Os arquivos citados são, em sua maioria, cavalos-de-tróia e keyloggers. O primeiro abre a máquina para o atacante. O segundo identifica e grava tudo que é digitado, para posteriormente enviar os dados para o criminoso mal intencionado.

Fique também atento aos .vbs, .ws e outros

Embora menos recorrentes na atualidade, há algumas extensões que ainda são utilizadas pelos crackers.

.vbs e .ws: atuam como executáveis e podem iniciar downloads de arquivos maliciosos na máquina afetada. Raramente são enviados como anexos em e-mails, pois são reconhecidos e excluídos.

“.doc, .xls, .mdb e .ppt”: é quase extinto. Nestes documentos do Microsoft Office costumavam aparecer vírus de macro. Mas, assim como o .com, baseado no MS-DOS, estão com os dias contados, já que são rastreados e identificados pelos antivírus.

É importante que a máquina possua métodos de prevenção para que estas e outras extensões vítimas de códigos mal intencionados sejam identificadas.

Truques de invasão

Assim como na vida real, ao roubar informações, o cracker é silencioso. Ele não faz nada que chame a atenção. O arquivo não irá apagar coisas, vai ficar escondido.

Para reter o usuário e convencê-lo a baixar o arquivo malicioso, são produzidos sites idênticos aos originais, clones que não são identificados como fraudes. Lá, o cracker acompanha todas as ações do usuário, uma vez que já instalou um cavalo-de-tróia e um keylogger.

Os programas de mensagem instantânea também tem sido alvo dos criminosos. O cracker pode utilizar o arquivo malicioso já instalado no computador de um usuário para enviar mensagens aos contatos, com um link. Eles são mais rápidos e geralmente as empresas não os controlam. As pessoas geralmente clicam imediatamente, por curiosidade.

O erro mais comum dos usuários, por mais simples que pareça, é de leitura. Quando o download termina, você pode abrir a pasta ou executar o arquivo. Geralmente a pessoa executa direto, sem sequer ler a extensão.

Não se deixe enganar

Muitas extensões não são reconhecidas pelos usuários ao visualizarem os arquivos. O Windows, por exemplo, oculta a última extensão de um arquivo. Ou seja, se o atacante renomear o cadastro.exe como cadastro.txt.exe, o sistema irá apresentar apenas a extensão .txt, uma vez que o sistema operacional oculta a última por padrão.

Para visualizar o nome completo do arquivo, a configuração é simples. No Windows Explorer (ou Meu Computador), vá em Ferramentas e clique em Opções de Pasta. Na janela que irá abrir, clique em Modos de Exibição. Desmarque o item ocultar as extensões dos tipos de arquivos conhecidos.

Fonte: IDG Now! Segurança - Ataques e Ameaças
 
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Setembro 19, 2007

Mulheres na Internet

MULHERES REPRESENTAM 45% DOS CONSUMIDORES ONLINE NO BRASIL

A participação das mulheres no volume de compras da internet brasileira cresceu de 37% em 2000 para 45% dos 8,1 milhões de consumidores online, no primeiro semestre deste ano.

Embora a presença das mulheres nas compras virtuais tenha crescido nos últimos sete anos, o público feminino gasta menos do que o masculino quando vai às compras virtuais. Nos primeiros seis meses do ano, o tíquete médio das mulheres foi de 251 reais, enquanto os homens gastaram uma média de 331 reais na internet.

As mulheres são responsáveis pela maioria dos pedidos de livros na internet brasileira. A categoria ainda ocupa o primeiro lugar em volume de vendas no e-commerce com 17% de participação, seguida por Informática (13%) e Eletrônicos (10%).

As mulheres concentram suas compras em ítens de Cuidados Pessoais, Moda e Acessórios, e Cama, Mesa e Banho, onde registram uma média de gastos de 210 reais. Já os homens apresentam um gasto médio de 556 reais em compras online concentradas nos segmentos de Eletrônicos, Eletrodomésticos e Informática.

Em um comparativo com base das compras online efetuadas de janeiro a dezembro de 2006, a participação feminina nas compras de produtos de Saúde e Beleza foi de 63%, contra 37% do público masculino. No segmento de Vesturário e Acessórios, as mulheres efetuaram 57% das compras e os homens 43%.

Já nos segmentos de Informática e Eletrônicos, o público masculino registrou 75% e 68% de participação, respectivamente.

Fonte: PC WORLD - UOL
 
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Agosto 17, 2007

E-commerce cresce 49% no primeiro trimestre

 E-COMMERCE CRESCE 49% NO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2007 NO BRASIL

São Paulo – O comércio eletrônico brasileiro movimentou R$ 2,6 bilhões no primeiro semestre de 2007, com crescimento de 49% em comparação com os volumes registrados no mesmo período de 2006.

No faturamento registrado não estão inclusas as vendas de passagens aéreas, automóveis e leilões virtuais. O mês de maior faturamento no primeiro semestre foi maio. As vendas no período do dias mães representaram 19% das vendas online no semestre, contabilizando mais de 1,6 milhões de pedidos. Os produtos mais escolhidos para presentear as mães foram livros, informática e eletrônicos.

No semestre a média do valor gasto nas lojas virtuais ficou em R$ 296, aproximadamente 3% acima do tiket média registrado nos mesmo período de 2006. O faturamento total das vendas online do primeiro semestre de 2007 livros responderam por 17%, informática 13% e eletrônicos por 10%.

Fonte: UOL - W News

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Agosto 17, 2007

LOJAS ONLINE DEVEM FATURAR 1 BI NO NATAL 2007

Devem perder o primeiro lugar, CDs, DVDs e vídeos. Eletrônicos, informática e telefonia celular vão brigar pela liderança, prevê o e-bit.

O dado, se concretizado, significa um crescimento de 45% sobre o Natal de 2006, quando as empresas faturaram 693 milhões de reais. Deve ficar em 300 reais o valor médio das compras neste Natal.

Em todo o ano de 2007, o comércio eletrônico deve faturar 6,4 bilhões de reais - alta de 45% sobre 2006 - e conquistar 9,5 milhões de consumidores brasileiros, prevê a consultoria.

O Natal é o período entre os dias 15 de novembro e 23 de dezembro, na avaliação do e-bit.

Fonte: PC WORLD - UOL

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