Agosto 18, 2008

INFORMATIVO HELPDESK

  

Data desta edição: 15.08.2008 

COMPORTAMENTO DE FUNCIONÁRIOS É AMEAÇA À SEGURANÇA 

Dos responsáveis pelos sistemas de informações das empresas, 79% acreditam que os funcionários colocam suas companhias em perigo ao usar a internet de forma irresponsável.  

O levantamento foi feito pela Sophos e adverte que apesar das instruções dadas pelos departamentos de informática, empregados continuam abrindo e-mails não solicitados e anexos desconhecidos que descarregam programas maliciosos.  Se você acredita que sua Empresa pode estar correndo este tipo de risco, entre em contato conosco e solicite mais informações sobre como se prevenir e resolver este problema. 


Quem você conhece que poderia se beneficiar com estas informações? Redirecione este e-mail para seus colaboradores e associados! 
Informações disponibilizadas por Helpdesk Produtividade Empresarial  

Você recebeu este e-mail porque nos informou seu endereço de e-mail ao se cadastrar para Orçamentos Online e/ou conhecer nossa área de Administração do osCommerce. Para cadastrar outro endereço de e-mail, para deixar de receber nossos informativos, ou alterar seu e-mail de recebimento clique aqui 

 

 

Atribuído: Informativa Helpdesk 

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Agosto 7, 2008

Indaiatuba é o município brasileiro com maior desenvolvimento

Mais uma vez Indaiatuba tem destaque positivo nos principais jornais do País. A cidade lidera o ranking do Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM) elaborado pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), com 0,9368 pontos. O índice mediu a eficiência das políticas públicas nos municípios nas áreas de Educação, Saúde e Emprego/Renda. Foram avaliadas 5.564 cidades.

A pesquisa da Firjan tomou como base 12 itens estatísticos oficiais dos ministérios do Trabalho, Educa-ção e Saúde. Nas três áreas avaliadas, a Educação teve o melhor desempenho apresentando o índice de 0,9425; em segundo veio o Emprego e Renda, com 0,9361 pontos; e a Saúde garantiu o índice de 0,9319.

Para chegar á estes números, os técnicos da Firjan juntaram dados novos à metodologia usada no levan-tamento do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Na Educação, por exemplo, enquanto o IDH con-sidera apenas taxa geral de matrícula, o IFDM leva em conta a abrangência da educação infantil usando a taxa de abandono, de distorção idade/série, professores com curso superior, média de horas-aula e o de-sempenho no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Na Saúde, foram avaliados consul-tas pré-natal e óbitos por causas mal definidas, enquanto o IDH leva em conta a longevidade. O Firjan ainda avaliou emprego e renda, medidos por geração de emprego formal e salários médios, enquanto o IDH avalia o PIB per capita.

A avaliação do desenvolvimento foi feita usando o comparativo de 2000 com 2005 e mostra que os me-lhores índices de desenvolvimento estão no interior. Das 100 cidades brasileiras mais bem classificadas no levantamento, 82 são de pequeno e médio porte, com até 300 mil habitantes.

RMC

Além de Indaiatuba, a Região Metropolitana de Campinas (RMC) teve outra cidade entre as três melhores avaliadas: Jaguariúna, que ocupa a terceira posição no ranking. Entre os 100 melhores do ranking ainda estão outras 10 cidades da RMC: Americana, que detém a 14ª posição; Hortolândia em 15º; Valinhos em 20º; Vinhedo em 23º; Nova Odessa, 26º; Paulínia, em 38º; Campinas, em 39º; Santa Bárbara d`Oeste, 45º; Itatiba, 71º; e Sumaré, com 73º.

IFDM

De acordo com informações da Assessoria de Comunicação do Sistema Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de janeiro), o Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM) atende a uma das ações propostas no Mapa do Desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro, elaborado em 2006, e a me-todologia desenvolvida permitiu, assim, a geração de índices para todos os municípios, bem como para todos os Estados.

O IFDM supre a inexistência de um parâmetro para medir o desenvolvimento sócio-econômico dos muni-cípios e distingue-se por ter periodicidade anual, recorte municipal e abrangência nacional. A partir do índice de 2005, todos os anos o IFDM será divulgado e a sociedade poderá acompanhar a evolução do desenvolvimento humano, econômico e social dos municípios brasileiros e os resultados da gestão muni-cipal. O mais bem-sucedido entre os demais indicadores, o IDH-M, criado pela Organização das Nações Unidas, por exemplo, baseia-se em dados do censo demográfico, realizado apenas a cada dez anos.

O IFDM abrange, com igual ponderação, as três principais áreas de desenvolvimento humano: Empre-go&Renda, Educação e Saúde. A leitura dos resultados - por áreas de desenvolvimento ou do índice final - varia entre 0 e 1, sendo quanto mais próximo de 1, maior o nível de desenvolvimento da localidade. Os critérios de análise estabelecem quatro categorias: baixo (de 0 a 0,4), regular (0,4001 a 0,6), moderado (de 0,6001 a 0,8) e alto (0,8001 a 1) desenvolvimento municipal.

Para efeito de comparação, o IFDM também foi calculado para 2000, o que permite uma análise ao longo do tempo.

Sirlene Virgílio Bueno / ACS-PMI

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Agosto 6, 2008

Déficit de profissionais de TI fluentes em inglês será de 100 mil postos em 2010

O setor de Tecnologia da Informação tem grande carência de técnicos com fluência em inglês, revela Sirlene Toledo, gerente de projetos especiais em Recursos Humanos da IBM. Estimativas da Brasscom (Associação Brasileira das Empresas de Software e Serviços para Exportação) indicam que até o final da década o déficit desses profissionais chegará a 100 mil postos.“Até 2010, 100 mil postos não serão preenchidos. A carência de profissionais gabaritados e com domínio do inglês, nessa área, cresce exponencialmente”, disse Sirlene, que participou na quinta-feira (13/02) da Força Tarefa de Geração de Empregos da Amcham-São Paulo.

O encontro reuniu representantes da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo e da iniciativa privada para debater o tema. Para Cristian Parada, diretor de RH da British Telecom na América Latina, o cenário é alarmante. “O Brasil perde um número altíssimo de vagas e investimentos estrangeiros por falta de capacidade técnica e carência no idioma”, pontuou.

No caso da IBM, três mil novos funcionários foram contratados em 2007. Desse total, 1500 vagas foram destinadas a profissionais do ensino médio técnico. A projeção para este ano é que o número de admissões se mantenha. “A demanda será no mínimo estável, mas tende a crescer.”

Para diminuir o déficit, a gigante americana pretende viabilizar o maior número possível de parcerias para auxiliar na capacitação dos profissionais e atender suas necessidades.

PPP

As demandas da IBM, da British Telecom e de tantas outras companhias do setor coincidem com as prioridades do governo, de acordo com Frederico Rosanski, diretor do departamento de suprimento da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo.

“Sabemos da nossa dificuldade e queremos auxílio. O Estado está disposto a investir em um projeto de ensino de línguas”, afirma Rosanski, que busca na Amcham intermediação no diálogo com a iniciativa privada.

A proposta do encontro, segundo Nelson Wortsman, consultor da Brasscom e presidente da força tarefa, é unir esforços para viabilizar uma PPP (Parceria Público Privada) para oferecer aulas de inglês nas escolas públicas de ensino técnico.

“Já sabemos que a demanda existe e é crescente. Tanto o governo do Estado quanto as organizações estão comprometidos em mudar a realidade. O próximo passo é viabilizar essa mudança”, ressaltou Wortsman.

Reportagem de Lívia Machado; edição de Giovanna Carnio - (www.amcham.com.br)

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Julho 21, 2008

Vírtua cresce 61% em 12 meses, diz NET

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Outubro 16, 2007

Crescimento da Internet

Comércio eletrônico cresce 49% no primeiro semestre de 2007   
 
O comércio eletrônico movimentou pouco mais de R$ 2,6 bi no primeiro semestre de 2007 (com exceção de passagens aéreas, automóveis e sites de leilão). Este valor superou em quase 5% a expectativa inicial da e-bit e representa um crescimento nominal de 49% em relação ao primeiro semestre de 2006.  

De acordo com a pesquisa de comércio eletrônico realizada pela e-bit é possível observar que três fatores foram os grandes responsáveis por essa alta. O maior volume de vendas – 45% acima do resultado de 2006 – impulsionado pela entrada de novos e-consumidores (em dezembro de 2006, no Brasil, cerca de 7 milhões de pessoas já tinham experimentado a comodidade de comprar sem sair de casa, hoje já são mais de 8 milhões de pessoas que fizeram pelo menos uma compra pela rede). Além disso, o aumento da freqüência de compras por “usuários” mais experientes aliado à escolha de produtos com maior valor agregado nos carrinhos dos e-consumidores, colaborou e muito para o crescimento. Para se ter idéia, somente em maio desse ano, cerca de 11% das pessoas responderam que realizaram mais de dez compras nos últimos seis meses.

E, se os e-consumidores compraram mais, eles também gastaram mais no primeiro semestre de 2007. A média do valor gasto nas lojas virtuais nesses seis primeiros meses do ano ficou em R$ 296, aproximadamente 3% acima do registrado em 2006, mesmo com deflação de 1,92% no canal web conforme levantado pelo índice e-flation do Provar (Programa de Administração do Varejo da USP e o Canal Varejo).

O mês de maior faturamento no 1º semestre foi Maio. O mês em que se comemora o Dia das Mães representou cerca de 19% do faturamento do semestre e registrou o maior número de vendas contabilizando mais de 1,6 milhões de pedidos. Os produtos mais escolhidos para presentear as mães foram Livros, Informática e Eletrônicos representando 15%, 11% e 9% respectivamente.

O balanço do semestre indica que o setor de e-commerce está crescendo e conquistando cada vez mais novos clientes. Cerca de 19% dos e-consumidores efetuaram sua compra na internet pela primeira vez. O índice de satisfação e-bit/PwC no semestre é de 87,15% sendo um dos maiores desde sua criação em 2000.

“E, se cliente satisfeito é um indício de que as lojas virtuais têm correspondido às expectativas dos e-consumidores, esse fato pode ser comprovado quando vemos que 84% dos adeptos às compras virtuais disseram que voltariam a comprar na mesma loja onde já efetuaram alguma compra”, complementa Pedro Guasti, diretor-geral da e-bit.

Previsão Natal

E não pára por aí! Como em todos os anos, o Natal é a data mais aguardada pelos varejistas que aproveitam esse período para alcançar altos índices de faturamento e, até mesmo, recorde em vendas.

Assim, o período do Natal que vai de 15/11 a 23/12 para as lojas virtuais, deve vender algo em torno de R$ 1 bilhão, o que representa um crescimento nominal de 45% em relação ao mesmo período de 2006. O valor do tíquete médio deve ficar por volta de R$ 300 reais.

No ranking dos produtos mais vendidos, a “disputa” pelo topo deve ficar ainda mais acirrada, já que a escolha por produtos de maior valor agregado (tíquete médio alto) como Eletrônicos, Informática e Telefonia Celular, tem aumentado significativamente em detrimento da antiga preferência por produtos mais baratos como Títulos de CD, DVD e Vídeo.

Enfim, o primeiro semestre de 2007 já se foi e o tempo começa a apontar para mais um final de ano movimentado no comércio eletrônico brasileiro.

Até agora, todos os indicadores tanto de satisfação dos clientes, quanto do faturamento, tíquete médio e cumprimento dos prazos de entrega, apontam para um crescimento nominal de 45% em relação a 2006, o que significa um faturamento de R$ 6,4 bilhões até o final do ano.

Raio-X do 1° Semestre 2007

Faturamento - R$ 2,6 bi
 
Tíquete Médio - R$ 296,00
 
Crescimento nominal em relação a 2006 -  49%
 
Produtos mais vendidos*
Livros – 17%
Informática – 13%
Eletrônicos – 10%
 

* Participação por quantidade de pedidos
Fonte: e-bit Informação (www.ebitempresa.com.br)
Período: 01/01/2007 a 30/06/2007
 

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Outubro 16, 2007

O bom momento para sites…

Um bom momento para sites de conteúdo
Dailton Felipini  

Sites de conteúdo são sites focados em um tema ou público específico, tais como: jardinagem, economia, culinária, futebol, artes, e uma infinidade de outros assuntos de interesse. Nesses sites, o internauta encontra conhecimento, fóruns de debates, dicas úteis, além de poder interagir com outras pessoas de interesse semelhante, sempre em torno de um tema central. No início da Internet, os sites de conteúdo eram tão badalados quanto as lojas virtuais, mas com a quebra generalizada de empresas “pontocom”, ocorrida em 2000, eles se tornaram as  principais vítimas do descrédito em relação ao e-commerce. Agora, as mesmas condições que possibilitaram o firme crescimento das lojas virtuais sopram ventos favoráveis em direção a esse tipo de sites. A principal delas é o fato de já possuirmos cerca de 33 milhões de pessoas com acesso à Internet no Brasil, um espantoso crescimento superior a 2.500% em apenas dez anos. Além dessa massa crítica, outro fator positivo é o próprio amadurecimento do setor, que hoje tem know-how para oferecer ao internauta condições seguras e agradáveis de navegação e compra na Internet. O modelo de negócio do site de conteúdo é relativamente simples e envolve as seguintes etapas:

Escolher um tema específico. Dentre os mais de trinta milhões de internautas é bem provável que uma parcela tenha interesse no tema escolhido. Uma estimativa do  tamanho do nicho de mercado deve ser realizada no momento de escolher o tema;

Desenvolver um bom conteúdo sobre o assunto focado, renovando-o regularmente com informações úteis e atualizadas;

Fomentar o surgimento de uma comunidade de valor composta por pessoas que voltarão regularmente ao site em busca de informação, interação com outros internautas ou entretenimento;

Oferecer espaço para fornecedores de produtos de qualidade relacionados ao tema.

Para o sucesso desse modelo de negócio todos os participantes devem estar satisfeitos: o usuário deve receber gratuitamente conteúdo de qualidade, o fornecedor deve ter acesso a um público direcionado com potencial interesse em seu produto e o site deve receber uma parte da receita gerada por meio de venda de anúncios, patrocínio ou afiliação que o torne viável. Naturalmente, como em qualquer outro negócio, nem tudo são flores, é necessário trabalhar duro. O desenvolvimento e a manutenção de um bom conteúdo demandam  pesquisa para geração de conhecimento, ou custo, caso isso seja terceirizado. Outro fator crítico de sucesso é a necessidade de geração de um grande volume de tráfego. Cerca de 30 mil visitas por mês é um volume razoável para começar a monetizar o site, mas o sistema vai engrenar de verdade a partir de um volume de centenas de milhares de visitas. Finalmente, a escolha dos parceiros fornecedores é outro fator determinante para o sucesso. Melhor ter poucos fornecedores de produtos de qualidade do que centenas oferecendo lixo pois a imagem do site perante os internautas estará sempre associada à de seus parceiros.

O assunto é vasto demais para ser aprofundado em um simples artigo, mas merece uma atenção especial do empreendedor. Voltaremos a ele em outra oportunidade.
 
Dailton Felipini. é Mestre em Administração pela Fundação Getúlio Vargas e professor de Comércio Eletrônico  na Universidade Mackenzie. É editor dos  sites: www.e-commerce.org.br  e   www.abc-commerce.com.br  e autor de cinco eBooks  sobre Comércio Eletrônico.
 

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Setembro 19, 2007

Ganhar com Internet?

GANHAR DINHEIRO NA INTERNET

Sim! ainda é possível entrar no jogo do e-commerce e ganhar dinheiro na Internet.

Existem duas preocupações equivocadas entre futuros, ou quase futuros candidatos ao sucesso no e-commerce. A primeira é que o momento de ganhar dinheiro na Internet já passou, e que somente as empresas que se instalaram no início da internet é que tem chance de ainda ganhar esse jogo. Não é verdade, ainda existem nichos de mercado muito interessantes para quem quer ganhar dinheiro com e-commerce e que estão lá, prontinhos para serem explorados.

A outra preocupação dos pequenos empreendedores na Internet é a concorrência. A grande concorrência. Muitos apostam que no futuro só poderão ganhar dinheiro na Internet duas ou três livrarias gigantes, duas ou três lojas de CDs imensas, e assim por diante. O sucesso e a velocidade de crescimento de uma Amazon.com, por exemplo, tem levado muitos a desistir da corrida. Mas será que o pequeno e médio empreendedor também não poderá ganhar dinheiro nesse novo mercado chamado Internet?

Por que as pessoas ainda compram frios em mercearias, frutas e verduras em quitandas ou bebem cerveja no bar da esquina? Em muitos casos comprar no bar da esquina pode ser mais caro do que fazer compras em grandes supermercados. Mas os pequenos sobrevivem porque podem oferecer algo que os grandes não podem. Você pode dizer que é o tratamento personalizado, produtos mais frescos, bebida gelada, ou seja lá o que for, mas a verdade é que cada pequeno bem sucedido encontrou algo que o gigante não podia oferecer e aí passou a competir com chances. Isso, com certeza, também é válido para a Internet.

Acreditamos que será difícil para um livreiro concorrer com empresas como a Amazon.com, mas se ele for especialista em um certo nicho, vender livros de um determinado assunto, e oferecer informações e suporte que o gigante não consiga oferecer, certamente conquistará seu lugar na Internet e poderá, também ganhar dinheiro.

Pense naquele feirante que consegue atrair toda a freguesia do bairro, enquanto seu colega do lado, mesmo vendendo a mesma coisa, não faz o mesmo sucesso: um consegue ganhar dinheiro, o outro não. É a pessoa, o tratamento, a conversa e as características, impossíveis de serem transferidas, que fazem um comércio ser diferente de outro. Assim como acontece na feira, acontece na Internet: as mesmas regras valem para se fazer notar entre milhões de “barracas” virtuais. Não basta vender o produto na Internet, é preciso que o vendedor “se venda”.

É a imagem do negócio que fará a diferença. E na hora de se fazer conhecido, o e-commerce dá recursos para que o pequeno criativo consiga se promover na Internet, fazendo muito barulho com pouco recurso.

fonte: IDG now
 

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Setembro 19, 2007

Investir na Internet?

Por que as empresas estão investindo na Internet?
Dailton Felipini

Para quem vive o cotidiano da Internet, como é o caso das empresas ponto-com, justificativas para investir nesse novo canal podem parecer estranhas. Mas para as empresas tradicionais, já com um bom tempo de mercado e de sobrevivência à crises e modismos, vale a pena rever alguns pontos fundamentais que tornam a não presença na Internet quase que uma não alternativa.  Vejamos.

A Internet veio para ficar.  A possibilidade das pessoas e empresas poderem se comunicar, interagir e transacionar através da rede mundial de computadores é uma das faces de uma mudança estrutural em nossa sociedade, uma mega-tendência chamada “Era da Informação”, onde cada vez mais, a informação digitalizada,  passa a ocupar um papel central em nossas interações sociais e em nosso dia a dia. Cada vez menos usamos papel e tinta para se comunicar, e mais texto digitado no computador e enviado em segundos na forma binária de Zeros e Uns. (lembra-se da última vez que você escreveu uma carta e colocou no correio?) Cada vez menos usamos dinheiro para transacionar mercadorias e sim informações de débito e crédito em nossas contas e cartões. E vai por ai afora. O mundo está mudando e não existe mais a possibilidade de voltar ao estado inicial.  Uma empresa que não compreender, se adaptar, e usar essas mudanças a seu favor, corre o risco de se tornar sucata rapidamente, na esteira daquele ditado que diz:  “A Internet é como um enorme trator com o seu rolo compressor assentando o novo asfalto; ou você está em cima do trator ou…”

A Internet representa uma revolução cultural também dentro das empresas.  Ao romper barreiras geográficas e temporais, a Internet possibilita aos funcionários e dirigentes trocarem dados, informações, decisões e conhecimento de forma fantasticamente mais ágil, entre si e também, com seus fornecedores, revendedores e clientes, criando uma nova cultura digital. Nessa nova cultura, fatores como a distância e tempo tendem a ser cada vez menos relevantes. Apenas digitando algumas teclas do computador pode-se mandar um boletim para milhões de clientes espalhados pelo globo. Se você necessita de um software  para o departamento de engenharia de sua empresa, pode comprá-lo de um fornecedor situado no Índia e pagar, receber, instalar e começar a usar, sem sair de sua cadeira.  Seu funcionário, ou mesmo você, pode-se fazer aquele treinamento de sua casa no sábado a noite, de pijamas,  enquanto sua família assiste a TV na sala ao lado… as possibilidades são ilimitadas. Ganhando-se tempo e agilidade nas interações, ganha-se melhor desempenho, o que  fatalmente vai refletir-se no resultado da empresa.

A internet possibilita ganhos para seu cliente, e se ele ganha..    Desde  que o homem começou a transacionar, passando pelo surgimento do Marketing, sabe-se que a longo prazo o que efetivamente importa é o atendimento eficiente das necessidades do cliente. Se ele está satisfeito, você tem um negócio vencedor. Pois a Tecnologia e as facilidades da Internet abrem um importantíssimo canal de interação com seus clientes, atuais e futuros. Através da Internet pode-se buscar novos clientes, pode-se conhecer melhor os hábitos e comportamento de seu clientes atuais de forma até a antecipar suas necessidades, pode-se fazer atendimento personalizado a centenas de milhares de consumidores, naquilo que se chama customização em massa, (“Monte seu computador, pela Internet, com a configuração que quiser e lhe entregaremos em sua casa”).  Pode-se atendê-lo melhor (“Veja aqui o andamento de seu pedido”). Enfim, pode-se gerar muito mais valor para o cliente de forma mais fácil e econômica, o que, inclusive, é extremamente saudável na medida em que possibilita às pequenas empresas uma disputa mais equilibrada pelo mercado.

Estar on-line. Tudo isso, sem contar o fato que estar na Internet, é estar 24 horas no ar, sete dias por semana, durante todo o ano, como uma espécie de antena de alcance global. Pronta para trocar  informações, a um custo baixíssimo, com um mercado mundial crescente de mais de meio bilhão de internautas pertencente às camadas de renda mais altas da população. Para finalizar, poderíamos dizer que a questão colocada agora para as empresas já não é mais: investir ou não na Internet. A questão é: que tipo de utilização será priorizada inicialmente de forma a maximizar o retorno desse investimento. E é essa questão que iremos discutir a partir do próximo artigo, quando iremos mostrar as principais aplicações da Internet e que tipo de benefícios elas podem gerar  para as empresas.  
 
Dailton Felipini. é Mestre em Administração pela Fundação Getúlio Vargas e professor de ecommerce na Universidade Ibirapuera. Autor de vários ebooks  e editor dos sites: www.e-commerce.org.br  e   www.abc-commerce.com.br  
 

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Setembro 19, 2007

Arquivos maliciosos

CONHEÇA EXTENSÕES DE ARQUIVO PERIGOSAS E EVITE BAIXÁ-LAS NA INTERNET

Tenha cuidado se você receber um e-mail com arquivos de extensões .cmd, .bat, .scr ou .exe; pense duas vezes antes de abri-los. Você pode estar muito próximo de um código malicioso que, se aberto, será instalado no seu computador.

De acordo com especialistas de segurança, os arquivos acima são os mais usados por crackers para infectar sua máquina. Eles são propagados através de phishings, e-mails que se aproveitam de situações atuais, como promoções de telefonia, para espalhar textos seguidos por um link.

Ao invés de anexar arquivos suspeitos, que os servidores de e-mail bloqueiam, os phishings direcionam o usuário a um site onde o vírus é baixado. A maioria dos arquivos disponíveis para download nos sites possuem as extensões .cmd, .bat, .scr ou .exe.

.cmd e .bat: o usuário executa scripts conhecidos como arquivos batch. A principal propriedade destes tipos de arquivos é automatizar tarefas. Eles permitem que o cracker roube dados do usuário.

.scr: se refere a protetores de tela, o que facilmente confunde o usuário e o leva a confiar no download do arquivo. O vírus é ativado assim que a proteção de tela é executada no computador.

A mais reconhecida entre as extensões - e ainda disseminada -, é a .exe. Apesar de saber o perigo óbvio de arquivos executáveis, quando convencido, o usuário não dá atenção à extensão do anexo que está baixando.

.url: é um arquivo de atalho para uma página da internet e não é bloqueado pelos servidores.

Os arquivos citados são, em sua maioria, cavalos-de-tróia e keyloggers. O primeiro abre a máquina para o atacante. O segundo identifica e grava tudo que é digitado, para posteriormente enviar os dados para o criminoso mal intencionado.

Fique também atento aos .vbs, .ws e outros

Embora menos recorrentes na atualidade, há algumas extensões que ainda são utilizadas pelos crackers.

.vbs e .ws: atuam como executáveis e podem iniciar downloads de arquivos maliciosos na máquina afetada. Raramente são enviados como anexos em e-mails, pois são reconhecidos e excluídos.

“.doc, .xls, .mdb e .ppt”: é quase extinto. Nestes documentos do Microsoft Office costumavam aparecer vírus de macro. Mas, assim como o .com, baseado no MS-DOS, estão com os dias contados, já que são rastreados e identificados pelos antivírus.

É importante que a máquina possua métodos de prevenção para que estas e outras extensões vítimas de códigos mal intencionados sejam identificadas.

Truques de invasão

Assim como na vida real, ao roubar informações, o cracker é silencioso. Ele não faz nada que chame a atenção. O arquivo não irá apagar coisas, vai ficar escondido.

Para reter o usuário e convencê-lo a baixar o arquivo malicioso, são produzidos sites idênticos aos originais, clones que não são identificados como fraudes. Lá, o cracker acompanha todas as ações do usuário, uma vez que já instalou um cavalo-de-tróia e um keylogger.

Os programas de mensagem instantânea também tem sido alvo dos criminosos. O cracker pode utilizar o arquivo malicioso já instalado no computador de um usuário para enviar mensagens aos contatos, com um link. Eles são mais rápidos e geralmente as empresas não os controlam. As pessoas geralmente clicam imediatamente, por curiosidade.

O erro mais comum dos usuários, por mais simples que pareça, é de leitura. Quando o download termina, você pode abrir a pasta ou executar o arquivo. Geralmente a pessoa executa direto, sem sequer ler a extensão.

Não se deixe enganar

Muitas extensões não são reconhecidas pelos usuários ao visualizarem os arquivos. O Windows, por exemplo, oculta a última extensão de um arquivo. Ou seja, se o atacante renomear o cadastro.exe como cadastro.txt.exe, o sistema irá apresentar apenas a extensão .txt, uma vez que o sistema operacional oculta a última por padrão.

Para visualizar o nome completo do arquivo, a configuração é simples. No Windows Explorer (ou Meu Computador), vá em Ferramentas e clique em Opções de Pasta. Na janela que irá abrir, clique em Modos de Exibição. Desmarque o item ocultar as extensões dos tipos de arquivos conhecidos.

Fonte: IDG Now! Segurança - Ataques e Ameaças
 
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Setembro 19, 2007

Mulheres na Internet

MULHERES REPRESENTAM 45% DOS CONSUMIDORES ONLINE NO BRASIL

A participação das mulheres no volume de compras da internet brasileira cresceu de 37% em 2000 para 45% dos 8,1 milhões de consumidores online, no primeiro semestre deste ano.

Embora a presença das mulheres nas compras virtuais tenha crescido nos últimos sete anos, o público feminino gasta menos do que o masculino quando vai às compras virtuais. Nos primeiros seis meses do ano, o tíquete médio das mulheres foi de 251 reais, enquanto os homens gastaram uma média de 331 reais na internet.

As mulheres são responsáveis pela maioria dos pedidos de livros na internet brasileira. A categoria ainda ocupa o primeiro lugar em volume de vendas no e-commerce com 17% de participação, seguida por Informática (13%) e Eletrônicos (10%).

As mulheres concentram suas compras em ítens de Cuidados Pessoais, Moda e Acessórios, e Cama, Mesa e Banho, onde registram uma média de gastos de 210 reais. Já os homens apresentam um gasto médio de 556 reais em compras online concentradas nos segmentos de Eletrônicos, Eletrodomésticos e Informática.

Em um comparativo com base das compras online efetuadas de janeiro a dezembro de 2006, a participação feminina nas compras de produtos de Saúde e Beleza foi de 63%, contra 37% do público masculino. No segmento de Vesturário e Acessórios, as mulheres efetuaram 57% das compras e os homens 43%.

Já nos segmentos de Informática e Eletrônicos, o público masculino registrou 75% e 68% de participação, respectivamente.

Fonte: PC WORLD - UOL
 
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